Plenário: Pronunciamentos
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Pesquisa de pronunciamentos realizados nas reuniões de Plenário da ALMG com textos integrais, desde 2001, e dados referenciais, desde 1998.
15 pronunciamentos encontrados
Resumo: Critica a ausência em Plenário de deputado que questionou o silêncio de parlamentares de esquerda acerca de denúncias de irregularidades envolvendo o Banco Master. Contesta declaração desse parlamentar sobre a relação do governo federal e do Partido dos Trabalhadores – PT – com o banco e seu presidente, Daniel Vorcaro. Apresenta dados sobre doações eleitorais que teriam sido feitas por Vorcaro a candidatos e partidos de direita. Destaca o Dia Internacional da Mulher e critica o governador Romeu Zema por vetar e alterar projetos de sua autoria que visavam à proteção a mulheres vítimas de violência.
Resumo: Informa sobre as estratégias utilizadas pela oposição para tentar impedir a aprovação, em 1º turno, do Projeto de Lei nº 4.380/2025, que autoriza o Poder Executivo a promover medidas de desestatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa. Informa sobre proposta de Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – para averiguar possível processo de espionagem e lobby dentro da Assembleia Legislativa para promover a privatização da Copasa.
Resumo: Comenta o trabalho realizado pelo Bloco Democracia e Luta para tentar impedir a aprovação de proposições que tratam da privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, que retira a obrigatoriedade de referendo popular para desestatização ou federalização da Copasa, e Projeto de Lei nº 4.380/2025, que autoriza o Poder Executivo a promover medidas de desestatização da empresa). Questiona a postura de alguns manifestantes contrários à privatização, que considera equivocada. Informa sobre proposta de Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – para averiguar possível processo de espionagem de deputados para promover a privatização da Copasa.
Resumo: Lamenta a aprovação, em 1º turno, do Projeto de Lei nº 4.380/2025, que autoriza o Poder Executivo a promover medidas de desestatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa. Defende proposta de Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – para averiguar possível espionagem de deputados pelo governo de Romeu Zema durante o processo de privatização.
Resumo: Lamenta a votação, no dia do aniversário de Minas Gerais, do Projeto de Lei nº 4.380/2025, que autoriza o Poder Executivo a promover medidas de desestatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa –, em 1º turno. Critica a postura do governador Romeu Zema em relação à privatização, ressaltando que prefeitos foram ignorados no processo, enquanto banqueiros foram recebidos. Denuncia que o governador teria financiado pesquisa que envolveu espionagem de parlamentares, movimentos sociais e ativistas contrários à privatização.
Resumo: Declara voto contrário, em 2º turno, à Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, que dispensa a realização de referendo popular para autorizar a desestatização ou federalização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa –, e informa que a oposição fará obstrução para impedir sua aprovação. Denuncia suposto conluio para a venda da empresa, alegando que o governador Romeu Zema teria negociado com investidores da Faria Lima antes de discutir o assunto com a Assembleia Legislativa.
Resumo: Apresenta apelo aos deputados para votarem contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, que retira a exigência de referendo popular para autorizar a desestatização ou a federalização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa. Apresenta argumentos contra a privatização e critica o governador Romeu Zema pela intenção de privatizar a empresa, acusando-o de ter o objetivo de atender a interesses privados.
Resumo: Critica o governador Romeu Zema pela intenção de privatizar a Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa – e pela tentativa de retirar a obrigatoriedade de referendo popular para autorizar a privatização da empresa, medida prevista na Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023. Defende que a venda da companhia não tem relação com o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados – Propag –, como o governo quer fazer parecer, e teria como objetivo atender a interesses privados e políticos.
Resumo: Critica a Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, que retira a exigência de referendo popular para autorizar a privatização Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa. Ressalta que a pauta não tem relação com o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados – Propag –, como o governo quer fazer parecer, e que seria um movimento para acelerar a privatização da Copasa, com o objetivo de atender a interesses privados e políticos do governador Romeu Zema e de seu vice, Mateus Simões.
Resumo: Critica o governador do Estado pela intenção de privatizar a Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa –, e a Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, por dispensar a realização de referendo popular para autorizar a privatização da Copasa. Denuncia que a intenção do governo seria entregar a empresa a banqueiros e aos financiadores de campanha e solicita o arquivamento da proposição.