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Direito à participação na vida cultural
Consulta Pública - Direito à participação na vida cultural
Consulta Pública - Direito à participação na vida cultural Todos os temas
O direito à livre participação na vida cultural tem duas dimensões:
- A que diz respeito à livre criação (incluindo expressar-se, comunicar e atuar em todos os aspectos relacionados a essa criação) e participação nas decisões da política pública de cultura;
- A que se refere ao livre acesso aos bens da cultura e à sua plena fruição.

As pessoas só participam da vida cultural se tiverem conhecimento e discernimento sobre os bens e valores culturais. Por isso, é necessário criar condições para se criar programas e ações que promovam: universalização do acesso à produção e à fruição cultural; formação de público; educação patrimonial; intersetorialidade e transversalidade da cultura; e criação e manutenção de equipamentos culturais.

Como promover e estimular:
- O acesso à produção e à criação cultural?
- A circulação e o intercâmbio de bens, serviços e conteúdos culturais?
- O contato e a fruição do público com a arte e a cultura de forma democrática?
- A produção cultural mineira, a fim de reduzir desigualdades sociais e regionais e profissionalizar os agentes culturais (ampliando os níveis de emprego e renda e fortalecendo redes de colaboração)?


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Contribuições do tema: Direito à participação na vida cultural

Mostrando de 1 a 6 de 6 contribuições

Data Ordenar por data Contribuições Positivas Negativas
18/mai
18:59
Por Michelle Cristina Alves Silva | Flores de Jorge Cia Cênica | Âmbito Estadual | Uberaba/MG A promoção de atividades culturais precisa estar estreitamente relacionada à formação de público, necessidade cada vez mais premente no setor cultural e que muitas vezes é desconsiderada. Para tanto, haveria de ter um trabalho contínuo de promoção/circulação de trabalhos artístico-culturais no ambiente escolar, a fim de facilitar o acesso a inúmeros jovens e crianças que têm limitado o contato com os bens culturais. Também, é necessário um trabalho junto a educadores para que os mesmos tornem um hábito a abordagem do conteúdo cultura em suas disciplinas, em uma abordagem interdisciplinar e pedagógica. Como estimular isto? Promovendo que o contato com apresentações de teatro, dança, música, visitas à exposições seja recorrente na vida do aluno e do educador, dentro do seu horário de trabalho ou de aula e não uma atividade esporádica.
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13/mai
13:14
Por Marcia de Andrade | Âmbito Estadual | Belo Horizonte/MG Desenvolver e disponibilizar sistema integrado de mediação cultural e de formação de público para todos as formas de expressão artístico-culturais, articulando ações educativas públicas e privadas e promovendo a pluralidade e a qualidade da informação para a comunidade em geral.
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13/mai
13:13
Por Marcia de Andrade | Âmbito Estadual | Belo Horizonte/MG Promover debates, com a participação do Consec e entidades culturais da sociedade civil, de um novo marco regulatório para a profissão de artista e demais profissionais da cultura, que abranja as questões previdenciárias, tributárias e de direitos sociais dessas categorias, protagonizando as discussões em nível nacional no caso da criação ou revisão de legislações de competência da União.
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13/mai
13:12
Por Marcia de Andrade | Âmbito Estadual | Belo Horizonte/MG Colocar à disposição do público, de forma gratuita, em streaming ou por outros mecanismos, as criações artísticas, sejam literárias, musicais, audiovisuais ou de outra natureza, cujos criadores ou produtores assim disponibilizem, em especial as que integram o acervo das instituições e espaços culturais do Estado.
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06/mai
22:32
Por Vânia Regina Cuenca Torres | Ponto de Cultura CAC Jardim Canadá - Nova Lima - MG | Âmbito Estadual | Nova Lima/MG Direito a participação na vida cultural considero que a palavra acessibilidade em ambientes culturais precisa de um semióforo, pois passamos a "Era pós deficiente" e lutamos pela acessibilidade em seu amplo sentido para as pessoas com deficiência, que tenhamos seminários para que fique esclarecido o que vem a ser acessibilidade atitudinal, arquitetônica, tecnologia assistiva (áudio descrição, libras, braille e outros recursos) a serem utilizados em museus, filmes, teatros, palestras, bibliotecas, serviços e produtos públicos e privados. A Acessibilidade não deve ser para cumprir a lei e ser mascarada com apenas rampas, estacionamentos e banheiros, pessoas com deficiência não são só cadeirantes. Existe um curso de Especialização em Acessibilidade Cultural a nível pós graduação oferecido pela UFRJ , em parceria com o MINC e com UFRGS, muito esclarecedor. A bases comunitárias em que tem Pontos de Cultura, precisam se tornar acessível e passar informações as pessoas com deficiência através de seus serviços e produtos. As pessoas com deficiência estão em grupos isolados e fragmentados, precisa ocorrer um hibridismo entre as mesmas a fim de nos fortalecer e fomentar politicas públicas para este segmento, permitindo assim o direito a participação na vida cultural. Somente a cultura reuni todos independente de suas diferenças, conseguimos falar a mesma língua, criar oportunidade da multicultura aos deficientes é um novo desafio.
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19/abr
14:56
Por José Oliveira Junior | Observatório da Diversidade Cultural | Âmbito Estadual | Belo Horizonte/MG Sobre a proposta 29 "Criar a Rede Estadual de Equipamentos Culturais, tendo como meta 90% dos espaços culturais identificados e atuando em rede." >> O texto não é muito claro sobre 1. Quais tipos de equipamentos culturais se refere (públicos, privados); 2. o percentual de 90% é em relação a qual conjunto? 3. Se não sabemos a quantidade, como podemos estabelecer que teremos 90% dos espaços identificados? Sugerimos a seguinte redação alternativa, dividida em dois elementos: a) mapear e registrar 100% dos equipamentos culturais públicos no estado. b) pelo menos 75% dos equipamentos mapeados atuando em rede.
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