Plenário: Pronunciamentos
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Pesquisa de pronunciamentos realizados nas reuniões de Plenário da ALMG com textos integrais, desde 2001, e dados referenciais, desde 1998.
416 pronunciamentos encontrados
Resumo: Manifesta repúdio a comentário de deputado sobre a aparência da deputada Amanda Teixeira Dias durante debate sobre a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa. Critica o governador Romeu Zema pela intenção de Copasa e pela tentativa de retirar a realização de referendo popular para autorizar a privatização da empresa, medida prevista na Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023.
Resumo: Manifesta apoio aos trabalhadores da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa – e defende o referendo popular sobre a privatização da empresa. Manifesta pesar pelo falecimento do Cb. Vinícius de Castro Lima e do optometrista Marcelo de Souza Nogueira, ambos assassinados. Critica o governador Romeu Zema por descaso com a segurança pública e pela tentativa de vender a Copasa para atender interesses privados e políticos.
Resumo: Apresenta apelo por respeito no debate sobre a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa –, ressaltando a importância de manter o diálogo com conteúdo e sem ataques pessoais, especialmente quando se trata de mulheres na política. Defende que a votação ocorra com a presença popular nas galerias e reforça que quem luta pela Copasa pública e pelo referendo popular sairá engrandecido desse processo.
Resumo: Lamenta episódio de ataque pessoal ocorrido no Plenário, denunciando o comentário de deputado que a chamou de “Barbie da Shopee” durante debate sobre a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa.
Resumo: Elogia a mobilização popular contra a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa – e contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, que dispensa a realização de referendo popular para autorizar a desestatização ou federalização da empresa. Manifesta pesar pelo falecimento do Cb. Vinícius de Castro Lima, policial militar assassinado no Município de Belo Horizonte, denunciando o sucateamento da segurança pública em Minas Gerais.
Resumo: Informa que todos são bem-vindos na Assembleia Legislativa, destacando que as regras da Casa garantem a liberdade de manifestação, desde que não haja agressões a deputados.
Resumo: Manifesta solidariedade à família do cabo Vinícius de Castro Lima, policial militar assassinado no Município de Belo Horizonte, e critica o governador Romeu Zema pelo descaso com a segurança pública. Destaca a importância da água e defende que a Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa – deve ser fortalecida e permanecer pública, e defende o direito do povo de decidir sobre a desestatização ou federalização da empresa.
Resumo: Declara posição favorável ao requerimento que solicita levantamento da reunião em sinal de pesar pelo falecimento do Cb. Vinícius de Castro Lima, policial militar assassinado no Município de Belo Horizonte, e critica o governador Romeu Zema pelo descaso com a segurança pública e pela falta de políticas públicas em geral. Critica a Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, por dispensar a realização de referendo popular para autorizar a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa.
Resumo: Manifesta solidariedade à deputada Amanda Teixeira Dias após episódio de ofensa ocorrido em Plenário e reforça a importância do respeito no debate político. Critica Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, por dispensar a realização de referendo popular para autorizar a desestatização ou federalização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa – chamando-a de “PEC do Cala a Boca”.
Resumo: Declara apoio ao requerimento para suspender a reunião em respeito ao Cb. Vinícius de Castro Lima, policial militar assassinado no Município de Belo Horizonte. Critica o governo de Minas Gerais pelo abandono da segurança pública e defende que o sucateamento dos serviços públicos configura ato de improbidade administrativa. Destaca a situação da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa –, comentando que priorizar lucros de acionistas em vez de ampliar o acesso à água também seria crime contra o patrimônio público.