Plenário: Pronunciamentos
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Pesquisa de pronunciamentos realizados nas reuniões de Plenário da ALMG com textos integrais, desde 2001, e dados referenciais, desde 1998.
28 pronunciamentos encontrados
Resumo: Critica a reação do sargento Alexandre, policial militar rodoviário, a uma manifestação popular realizada no entroncamento das Rodovias MG-129 e MG-326. Informa sobre visita realizada à Santa Casa do Município de Belo Horizonte, para inauguração do primeiro equipamento em Minas Gerais que acelera o processo da hemodiálise em crianças.
Resumo: Comenta fala de deputado que discursou anteriormente e alega que não recomendou medicamentos e que pacientes devem procurar profissionais de saúde para orientação médica. Contesta menção a suposto caso de corrupção relacionado à compra de vacinas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Resumo: Questiona a atuação do secretário de Estado da Educação em audiência pública conduzida pela deputada Beatriz Cerqueira e critica a condução da política educacional do governo do Estado. Denuncia suposto envolvimento de parlamentar e de integrantes do Partido Republicanos em possível irregularidade relacionada a recursos de aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS – e contesta acusações dirigidas ao Partido dos Trabalhadores – PT. Comemora a aprovação do Projeto de Lei nº 1.222/2023, de sua autoria, que institui a Política Estadual de Incentivo à Produção e ao Consumo de Mandioca e seus Derivados e dá outras providências, em 1º turno.
Resumo: Denuncia possível uso indevido de recursos públicos pelo prefeito do Municipio de Itabira para financiar transporte de apoiadores em visita do presidente Lula ao município.
Resumo: Critica a Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023, por dispensar a realização de referendo popular para autorizar a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa –, chamando-a de “PEC do Cala a Boca da população”. Denuncia falta de transparência do governo Zema e possíveis casos de corrupção envolvendo empresas interessadas na compra da estatal.
Resumo: Apresenta argumentos contra a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa – e defende o referendo sobre a privatização, medida ameaçada pela Proposta de Emenda à Constituição nº 24/2023. Denuncia a pressa e falta de necessidade da votação da proposição, já que há prazo para debate.
Resumo: Destaca entrevista concedida ao programa Café com Política – “Caporezzo critica presidenciáveis e diz que direita tem dívida perpétua de gratidão a Bolsonaro”. Critica o ministro do Supremo Tribunal Federal – STF – Alexandre de Moraes, alegando abuso de autoridade em processos envolvendo Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro, após receber sanções americanas da chamada Lei Magnitsky. Denuncia caso ocorrido em escola estadual do Município de Uberlândia, onde teria ocorrido associação do bolsonarismo ao crime organizado e ataque aos deputados federais Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer em questão de prova. Comenta episódio de violência doméstica em que uma mulher agrediu o companheiro com água quente e lamenta que casos de violência cometida por mulheres contra homens recebem menos atenção que o contrário. Sugere alterações na legislação sobre o assunto.
Resumo: Afirma que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro é parcial e acusa o ministro do Supremo Tribunal Federal - STF -, Alexandre de Morais, de abuso de poder. Compara o ex-presidente Jair Bolsonaro à Tiradentes, e o tenente-coronel Mauro Cid à Joaquim Silvério dos Reis.
Resumo: Critica o ministro do Supremo Tribunal Federal - STF -, Alexandre de Moraes, por não se declarar suspeito no processo contra seu ex-assessor, Tagliaferro, que o denunciou por supostas irregularidades no episódio conhecido como “Vaza Toga”. Afirma que Moraes pratica abuso de autoridade e compromete o Estado Democrático de Direito.
Resumo: Critica decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal - STF-, Alexandre de Moraes, que determinou vigilância da Polícia Federal na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Considera a medida ilegal, não prevista no Código de Processo Penal, e a classifica como crime de tortura, com violação de direitos humanos e extensão indevida à família do ex-presidente.