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Sem Protocolo

Rosy Isaías: a primeira mulher negra no nível máximo do CNPq

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Especializada em Botânica, é com orgulho que Rosy Isaías fala sobre ter alcançado o nível máximo dos pesquisadores do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq. Mas, a professora há mais de 30 anos da UFMG recorda que ser cientista não era uma opção para uma criança como ela - periférica e negra. Como costumar dizer: “o mundo era contra, ela ignorou”. Nesse bate-papo, a pesquisadora 1-A do CNPq revela o ambiente competitivo da academia e fala da mudança de cara da universidade com a política de cotas. “Mas é preciso mais. Que eu seja apenas a primeira a puxar essa fila”.