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Eixo 1: Soberania e segurança alimentar e nutricional

Ênfases:
  • apoio à agricultura familiar, de povos indígenas, de povos e comunidades tradicionais, de assentamentos: incentivo à agroecologia, à mecanização e à tecnificação da agricultura familiar, aos bancos de sementes crioulas, à agroindústria familiar;
  • incentivo à agricultura urbana e periurbana;
  • produção e acesso a alimentos saudáveis: cozinhas comunitárias, cozinhas solidárias, bancos de alimentos, aquisição de alimentos da agricultura familiar, hortas comunitárias, restaurantes populares;
  • garantia de alimentação para crianças e adolescentes nos períodos fora da escola.

  • De que forma os dados sobre desigualdade racial, de gênero, de renda e de território devem orientar a definição de metas e prioridades nas políticas de segurança alimentar e nutricional?
  • Como integrar as políticas de segurança alimentar às demais políticas sociais (assistência, saúde, educação, agricultura, meio ambiente) para uma abordagem intersetorial e eficiente de superação da pobreza?
  • Que instrumentos e mecanismos podem assegurar a destinação de recursos para os grupos sociais e territórios mais vulneráveis à insegurança alimentar?
  • Como garantir que os recursos públicos cheguem de forma eficiente a projetos comunitários e iniciativas locais voltadas à alimentação saudável?
  • Que ações são necessárias para estruturar tecnicamente e financeiramente a produção de alimentos por povos indígenas, comunidades tradicionais, assentamentos e pequenos agricultores rurais e urbanos?
  • Como podem ser pensadas ações de mecanização e tecnificação da agricultura familiar, bem como de apoio aos bancos de sementes crioulas e à agroindústria familiar, respeitando os princípios da sustentabilidade social e ambiental?
  • Como potencializar equipamentos públicos e comunitários, como cozinhas solidárias, hortas urbanas, bancos de alimentos e restaurantes populares?
  • Como desenhar ações específicas para lares chefiados por mulheres negras com crianças, que apresentam os maiores riscos de insegurança alimentar?
  • De que maneira os saberes locais e as práticas alimentares tradicionais podem ser valorizados como estratégia de fortalecimento da soberania alimentar dos povos indígenas e dos povos e comunidades tradicionais?

Contribuições do tema: Eixo 1: Soberania e segurança alimentar e nutricional

Mostrando de 11 a 12 de 12 contribuições

Data Contribuições Positivas Negativas
23 set. 2025 05:38
Por Claudete Correntino Silva | Sindute | Uberlândia/MG

O que fazer com as pessoas em situação de rua para alimentarem

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07 out. 2025 22:17
Por Luciana Araujo Vacari Dorim | Sesc Mesa Brasil Minas Gerais - Serviço Social do Comércio - Fecomércio Minas | Belo Horizonte/MG

Valorização dos saberes locais e práticas alimentares tradicionais: 1. Inclusão nos cardápios de equipamentos públicos - Incorporar alimentos e receitas tradicionais nos cardápios de restaurantes populares, cozinhas comunitárias, escolas públicas e unidades de saúde. Exemplo: uso de plantas alimentícias não convencionais (PANCs), farinhas regionais, preparos típicos de comunidades quilombolas, indígenas ou ribeirinhas. 2. Formação e capacitação com base nos saberes locais - Realizar oficinas culinárias e cursos de nutrição com foco em práticas alimentares tradicionais, ministradas por lideranças locais, cozinheiras comunitárias e guardiões da cultura alimentar. - Estimular o protagonismo das comunidades na transmissão de seus conhecimentos. 3. Feiras e circuitos de alimentos tradicionais - Apoiar a realização de feiras agroecológicas e culturais que promovam a venda e o consumo de alimentos típicos, fortalecendo a economia local. - Criar circuitos gastronômicos que valorizem a culinária regional como patrimônio cultural e turístico. 4. Registro e proteção dos saberes - Incentivar o registro documental e audiovisual das práticas alimentares tradicionais como forma de preservação e valorização. - Reconhecer esses saberes como parte do patrimônio imaterial das comunidades, com apoio de instituições culturais e educacionais. 5. Apoio à produção e comercialização - Fomentar a produção de alimentos típicos por meio de editais específicos, linhas de crédito e apoio técnico à agroindústria familiar. - Criar selos de identidade territorial e cultural para produtos tradicionais, agregando valor e visibilidade. Essas ações ajudam a fortalecer a soberania alimentar ao reconhecer que cada povo tem o direito de produzir, consumir e preservar seus próprios alimentos e modos de vida.

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