O peso da religião na sucessão presidencial
A polêmica, às vésperas da eleição, em torno de uma suposta intenção do candidato Flávio Bolsonaro (PL), de tirar de N. Sra Aparecida o título de padroeira do Brasil, caso eleito, esquentou as redes e o clima no STF. Marco Antonio Soalheiro ouviu, no Mundo Político, a coordenadora de Religião e Política do ISER- Instituto de Pesquisa das Religiões e professora da PUC-Rio. Ela diz que o Brasil cristão não é ausente de conflito e isso está expresso nesse incidente. Critica a falta de regulação das redes e grupos de mensagens.Conta que o ISER, com base em pesquisa própria, diz que é impróprio no Brasil falar em voto evangélico e voto católico, porque as pessoas têm diferenças de raça, gênero, região onde vivem, renda e escolaridade. E essas diferenças contam mais na definição do voto do que a religião. Avalia também a força das lideranças a depender do tamanho das igrejas. Também analisa a atuação da bancada religiosa no Congresso.