Mundo Político
Estratégia dos algoritmos contra as minorias nas redes
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Os ambientes digitais também são violentos para a população LGBTQIAPN+. Os algoritmos não são neutros e reproduzem as agressões sofridas por essa parcela da população, segundo a pesquisadora da UFMT, Bruna Irineu, entrevistada pelo Mundo Político. Ela é co-autora do livro "Violência algorítmica e vidas LGBTQIAPN+" que busca demonstrar a parcialidade das redes e propor formas de resistência a esses comportamentos. As autoras foram vítimas de um episódio de violência há dois anos e então criaram uma ferramenta de inteligência artificial, em português, para identificar discursos de ódio na rede. Ela ainda destacou o papel das big techs na perpetuação dos discursos contra LGBTs e a importância do ativismo digital.