Comissão de Educação discute greve de professores municipais
Apesar da ausência de representantes da prefeitura de Belo Horizonte, a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia discutiu o impasse entre o governo municipal e os professores em greve há mais de 40 dias. Além das questões salariais, não há acordo sobre o corte dos dias parados em maio e a limitação da reposição desses dias. O Executivo municipal argumenta que não pode registrar presença de servidores que não compareceram ao trabalho e que já não será possível cumprir com os 200 dias letivos previstos em lei. Os professores da rede municipal cobram também a aplicação do reajuste conforme o piso nacional do magistério de 5,4%. A PBH alega que já atendeu à maior parte das reivindicações apresentadas, como a criação de um comitê de transição para acompanhar profissionais terceirizados, a alteração da Lei Orgânica para impedir a substituição de professores da educação infantil, o avanço funcional para servidores com mestrado e doutorado e mudanças nas regras para planejamento.