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Memória e Poder

Artes Plásticas: Erli Fantini

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Com quase 50 anos de carreira, Erli Fantini é uma das principais artistas plásticas do Estado, sendo reconhecida também pelo trabalho como pesquisadora de técnicas de modelagem e queima de cerâmica. Os trabalhos da artista são valorizados tanto no mercado nacional quanto internacional e integram vários acervos públicos no país, entre eles: Secretaria de Cultura do Estado do Pará, em Belém; Instituto dos Arquitetos do Brasil; Rede Minas de Televisão e Reitoria da UFMG, em Belo Horizonte. Nascida em Sabará, na Região Metropolitana, Erli Fantini começou a carreira no final dos anos 1960, ainda durante a graduação na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Erli Fantini estudou técnicas de escultura e queima de cerâmica com artistas como Celeida Tostes (1977), Megumi Yuasa (1977) e Amilcar de Castro (1979-1980). Destaca-se também a colaboração com a japonesa Toshiko Ishii, grande influência no trabalho de Fantini para o processo de queima de peças em fornos Noborigama e do tipo Bizen. No programa, ela conta que, no início de carreira, as obras em cerâmica não eram reconhecidas como arte. “Na faculdade, havia professores que nos criticavam. Consideravam a cerâmica uma forma de artesanato apenas. Eu não faço essa distinção. Acho que tudo está no mesmo nível. Depende só da qualidade de cada um”, argumenta.