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Controladoras da Samarco podem ser acionadas judicialmente
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O Ministério Público deu 3 dias para a Samarco apresentar um plano de emergência caso haja rompimento de outras barragens em Mariana. Os promotores querem responsabilizar também as acionistas Vale e a australiana BHP pelos prejuízos em Minas e no Espírito Santo.