MARCO ANTÔNIO RODRIGUES DA CUNHA, Secretário Adjunto de Estado de Desenvolvimento Econômico.
Discurso
Comenta o tema: "Desenvolvimento econômico".
Reunião
23ª reunião ESPECIAL
Legislatura 15ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 16/10/2003
Página 25, Coluna 3
Evento Audiência Pública sobre o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado - PMDI - e do Plano Plurianual de Ação Governamental - PPAG - para o quadriênio 2004-2007.
Assunto ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL. DESENVOLVIMENTO REGIONAL.
Proposições citadas PL 1117 de 2003
PL 1118 de 2003
Legislatura 15ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 16/10/2003
Página 25, Coluna 3
Evento Audiência Pública sobre o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado - PMDI - e do Plano Plurianual de Ação Governamental - PPAG - para o quadriênio 2004-2007.
Assunto ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL. DESENVOLVIMENTO REGIONAL.
Proposições citadas PL 1117 de 2003
PL 1118 de 2003
23ª REUNIÃO ESPECIAL DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 15ª
LEGISLATURA, EM 9/10/2003
Palavras do Secretário Adjunto Marco Antônio Rodrigues da Cunha
Exmo. Sr. Deputado Leonardo Quintão, Presidente da Mesa, na
pessoa de quem cumprimento todos os membros desta Casa e os demais
membros da Mesa; representantes de entidades e organizações,
senhoras e senhores, nossa missão é tentar levar aos senhores um
pouco da visão do Secretário Wilson Nélio Brumer, titular da
Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Ele, que gostaria muito
de estar aqui e certamente proferiria palavras com muito mais
propriedade, terá oportunidades futuras de debater pessoalmente
com os senhores toda a política que tem instituído, juntamente com
organizações privadas, instituições de classe e todos os segmentos
da sociedade, visando ao desenvolvimento econômico e sustentável
do Estado.
Em primeiro lugar, gostaria de apresentar-lhes a Secretaria de
Desenvolvimento Econômico, que foi criada, por meio de lei
delegada, em dezembro passado. Como se vê nessa tela, houve uma
fusão entre a antiga Secretaria de Indústria e Comércio e a
Secretaria de Minas e Energia. O Governador foi muito sábio ao
escolher para titular da Pasta uma pessoa de renome, conhecida dos
meios de produção, um desenvolvimentista por excelência, que
trouxe para a Secretaria sua visão empresarial aliada ao alto
espírito público que detém, contribuindo para que Minas desse um
novo salto em sua etapa desenvolvimentista.
Temos três Subsecretarias, que cuidam de indústria, comércio e
serviços; de assuntos internacionais e relações multilaterais com
instituições financeiras, à qual se encontra coligado o Conselho
de Comércio Exterior, presidido pelo Governador e do qual
participam pessoas de renome nacional; por último, uma
Subsecretaria de Desenvolvimento Minerometalúrgico e uma de
Política Energética, de interface com a CEMIG e suas subsidiárias.
Esse trabalho não faz parte apenas da iniciativa de uma
secretaria, mas de todo um sistema. É formatado sobre empresas
coligadas: o BDMG - a perna financeira; a Companhia de Distritos
Industriais - CDI -, que provê meios e infra-estrutura necessários
ao assentamento de novos investimentos; a Junta Comercial do
Estado de Minas Gerais, que cuida de todos os aspectos
burocráticos, tentando agilizar e simplificar a vida do cidadão
empreendedor; a CEMIG e suas coligadas, GASMIG e INFOVIAS; a
Companhia Mineradora de Minas Gerais - COMIG -, que, assim como a
CDI, passa por processo de revisão geral, por meio de um projeto,
em tramitação nesta Casa, de sua transformação em uma entidade que
fará parte de um tripé desenvolvimentista, ou seja, a CODEMIG; o
INDI, instituição mais próxima do empresário que fomenta e auxilia
no dia-a-dia das empresas.
Nas estratégias de desenvolvimento, Minas Gerais voltou a
planejar. Esse planejamento não se encontra apenas na Secretaria
de Planejamento e Gestão - SEPLAG -, mas em cada uma das
Secretarias, como os senhores verificaram pela fala dos que me
antecederam. Com muita propriedade mostraram que, além da visão
individual, existe um planejamento muito bem estruturado e
alavancado, capaz de transfigurar a realidade mineira.
O Dr. Tadeu Barreto mencionou Minas Gerais do século XXI, e
também faço um adendo com o estudo de “clusters”, feito pela
FIEMG. Se somarmos esses diagnósticos existentes em todos os
setores, inclusive o de consulta ampla e irrestrita, recentemente
montado pelo Secretário Odelmo Leão Carneiro, vemos um
conhecimento específico muito grande em nossa realidade econômica,
sobretudo na base interiorana. Isso nos permitirá levar o
desenvolvimento ao mais longínquo rincão, a partir do entendimento
do que seja a base econômica de cada uma de suas singelas peças,
que é o município.
Mediante o conhecimento da situação, o desenho da análise dos
cenários e a definição de princípios e estratégias de
desenvolvimento, estabelecer-se-á uma visão de longo prazo. Os
projetos estruturadores e o desenvolvimento regional nos levará a
um futuro almejado.
Minas Gerais desfruta de condição ímpar, não só com relação ao
Brasil, mas também à América do Sul. O Deputado Leonardo Quintão,
na sua fala, deu uma espécie de “high-light” a respeito do que
entendemos ser uma definição absolutamente estratégica para Minas,
que é a sua posição geográfica. Quarenta e oito por cento da
população brasileira está nesse raio de 8km, a partir do
baricentro do triângulo mercadológico: Belo Horizonte, Rio de
Janeiro e São Paulo, que congrega as maiores atividades
econômicas, o maior poder de compra. Temos 58% do PIB nacional e
62% de toda a venda a varejo. Essa é uma situação destacada e
ímpar em relação ao Brasil.
Por ser um Estado mediterrâneo, temos uma grande facilidade na
afluência a Leste, Oeste, Norte e Sul. Minas Gerais é especial
nesse sentido mercadológico, pela sua posição.
A nossa estrutura do PIB não se tem alterado muito desde 1985. As
mudanças nos seus patamares e nos seus diversos segmentos
econômicos não têm sido significativas. Podemos verificar que,
excetuando-se uma ou outra alteração ligeira, temos mantido uma
longa tradição em que o setor de serviços é mais hegemônico,
seguido pela indústria e depois pelo chamado agronegócio. Se
capturarmos parte da indústria que está ligada ao “agribusiness”,
certamente essa posição do setor agropecuário cresceria
substancialmente.
Mas existe uma grande preocupação: não temos agregado valor ao
produto mineiro, principalmente na nossa pauta de exportações. Se
pegarmos os dez primeiros produtos da nossa pauta, encontraremos
nove classificados mundialmente como “commodities”. Isso realmente
é uma pena. Por outro lado, um grande desafio se impõe para que
busquemos, nessa nova etapa pela qual estamos propugnando, agregar
maior valor ao produto mineiro. Para isso, temos de pensar em
termos de cadeias produtivas, arranjos produtivos locais,
buscando, nos elos de cada cadeia, maior eficiência e maior
qualidade possíveis, a fim de que o produto final seja realmente
competitivo e venha a agregar mais valor à cadeia.
O PIB de Minas hoje, em torno de R$120.000.000,00, não é aquilo
que realmente desejaríamos. O grande desafio que se impõe é fazer
crescer o PIB “per capita”. Assim como o Brasil, Minas possui
zonas bastante heterogêneas em termos econômicos. Isso nos leva a
um novo desafio: dar a mesma prioridade a essas regiões mais
carentes, para elevar o seu padrão e transformar a sua realidade.
Minas Gerais é mais ou menos 10% do Brasil, mas, com relação ao
PIB, estamos em torno de 7,8%, o que é pouco. Nosso potencial de
crescimento é bem maior que esse.
Conforme disse, a estrutura do PIB é muito diversificada
regionalmente. Temos regiões que precisam de um novo programa de
desenvolvimento regional que agregue não só mais atividade
econômica, mas, principalmente, que leve essa população a se
radicar definitivamente, sem pensar no aspecto migratório. Com
isso, sanearemos alguns problemas graves das regiões muito
adensadas, principalmente as metropolitanas e as cidades-pólo.
Temos de trabalhar muito para isso, levando em conta o aspecto
social. Se estruturarmos as regiões Noroeste e Norte de Minas, os
vales do Jequitinhonha e do Mucuri e o rio Doce, certamente
traremos um grande agregado à questão social. Tenho certeza de que
esse também é um dos grandes desafios que se impõem.
O Deputado Agostinho Patrús já abordou a questão da infra-
estrutura de Minas Gerais, e aí vem a grande questão: Minas é
extremamente articulada e radicular. Temos 264.000km, a malha mais
extensa do País e certamente uma das maiores do mundo.
Evidentemente, parte disso é asfaltada. São 10.550km de rodovias
federais e algo da ordem de 10.000km em rodovias secundárias,
também pavimentadas. Algumas não estão no estado desejado, mas
certamente o Deputado fará o esforço necessário para torná-las
transitáveis, permitindo o escoamento dessa produção que, estamos
falando, crescerá muito no Estado.
A malha ferroviária também é a maior do País e dá uma dimensão
aos senhores de que somos passíveis desse salto de
desenvolvimento, uma vez que temos aqui as principais linhas
férreas que chegam aos principais portos do Brasil. Em
conseqüência, a facilidade de acesso e de escoamento da produção
ao porto serão diretamente proporcionais aos investimentos que
forem feitos na recuperação dessa malha ferroviária. Hoje está
praticamente toda privatizada, mas questões de ordem jurídica, já
que são concessionárias, precisam ser superadas, a fim de que os
investimentos retornem. Queremos crer que a partir de 2004 esses
investimentos se tornem realidade.
Aeroportos. Temos uma estrutura aeroportuária muito interessante.
Além do aeroporto internacional, temos vários outros de porte
médio que possibilitam o recebimento de aeronaves de médio porte e
o escoamento de produtos de alto valor agregado, que, de repente,
poderão entrar na nossa pauta exportadora. Se fizermos a ligação
regional desses produtos com o aeroporto internacional de Confins,
contribuiremos para que Minas exporte maior valor agregado e
viabilize, definitivamente, o Aeroporto Tancredo Neves, em
Confins.
Energia. Minas Gerais detém praticamente 17% da capacidade de
geração de energia. A nossa transmissão é considerada a melhor do
País. Certamente, a nossa distribuição deverá, ao final do Governo
Aécio Neves, estar perfeitamente radicular e complementada em
termos de abastecimento, não só urbano, mas, principalmente,
rural. Essas são as metas na questão da infra-estrutura que estão
um pouco mais ligadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
As próximas lâminas dão idéia do binômio, daquilo que já é
tradição, que já existe, com aquilo que é potencialidade, em que
já identificamos a capacidade de empresas setorizadas em cada uma
dessas regiões de alcançarem um desenvolvimento maior, quiçá
exportador. Temos alguns exemplos no Triângulo Mineiro, no Norte
de Minas, etc. O assunto não se esgota nesses dois quadrinhos.
Temos certeza de que outras potencialidades, de acordo com a
evolução de cada uma dessas áreas, ganham maior valor.
Aí, temos o Alto Paranaíba e o Noroeste de Minas, com as suas
potencialidades e com o que já é realidade.
Jequitinhonha, Mucuri e rio Doce. A economia é uma coisa muito
dinâmica. Antigamente, no vale do Jequitinhonha, os maciços
florestais serviam apenas e tão-somente para o carvoejamento.
Hoje, essa madeira já tem um destino mais nobre além do
carvoejamento, que é perfeitamente receptivo como atividade
econômica. Talvez tenha de mudar apenas o seu manuseio. De
qualquer forma, hoje a madeira é utilizada para a indústria
moveleira. Como arranjo produtivo, temos certeza de que já se
consolidou no binômio Grão-Mogol - Montes Claros. Realmente,
podemos mostrar às demais regiões de Minas que, a partir de uma
mesma matéria-prima, é possível agregar mais valor ao produto
final.
Zona da Mata e Centro-Oeste. São duas regiões com muita tradição
em alguns aspectos, principalmente nas várias potencialidades
latentes que devem e merecem ser exploradas no seu limite.
Sul e central. Aí, temos uma infinidade de exemplos,
principalmente na região central, no entorno de Belo Horizonte,
que é muito rico em oportunidades. Algumas delas nascentes, outras
ainda latentes, não só na área de indústria, mas principalmente na
área de serviços. Essa área tem muito a contribuir. Minas Gerais,
que já foi uma grande exportadora de serviços, poderá retomar esse
papel, aliás, no âmbito internacional.
Os senhores se lembram muito bem das grandes obras que a Mendes
Júnior e a Andrade Gutierrez já fizeram no exterior. Acho que,
também através dos serviços, podemos não somente exportar a
experiência de Minas, mas principalmente trazer para cá uma boa
poupança em recursos externos.
Voltamos, agora, àquele quadro de análise da questão de
estratégia de desenvolvimentos, com a definição de princípios e
estratégias mais especificamente. Como já foi dito aqui, a visão
veio do Governador: tornar Minas Gerais um Estado melhor para se
viver. Procuramos sintetizar nossa missão em uma única e exclusiva
meta, que é a melhoria do IDH. Falando em melhoria do IDH,
estaremos falando em melhoria da educação, da saúde, do
desenvolvimento, da renda, enfim, de tudo que afeta a pessoa.
Temos a certeza de que esse pode e deve ser o grande objetivo da
nossa Secretaria e do nosso planejamento.
As opções estratégicas são: reorganizar e modernizar a
administração pública estadual, encargo que já está vinculado à
Secretaria de Planejamento e Gestão - e tenho a certeza de que já
demos saltos fantásticos nessa área, certamente outros serão dados
até o final do Governo Aécio Neves -; promover o desenvolvimento
econômico e social em bases sustentáveis - que é uma premissa
básica - e recuperar o vigor político de Minas Gerais - acredito
que esse papel já vem sendo cumprido muito bem pelo nosso
Governador.
A partir dessa visão das opções estratégicas, temos dez
prioridades: melhorar substancialmente a segurança dos mineiros;
prover a infra-estrutura requerida por Minas; ampliar o
atendimento ao cidadão através da oferta de serviços públicos de
qualidade; intensificar a atuação do Governo na gestão do meio
ambiente; contribuir para a geração de empregos através de
iniciativas e incentivos a atividades econômicas; fomentar o
desenvolvimento econômico estadual com ênfase no agronegócio;
reduzir as desigualdades regionais; consolidar a posição de
liderança da política de Minas no contexto nacional; estabelecer
um modo de operação do Estado, recuperando as finanças públicas,
esforço que está a cargo não só da Secretaria da Fazenda, mas de
todos nós; viabilizar novas formas de financiamento dos
empreendimentos, construindo novo marco legal.
Aí vêm os projetos estruturantes. Destacamos em amarelo aqueles
que estão vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Econômico. A
listagem dos 30 projetos continua e, por último, temos outra
listagem: empresa mineira competitiva, 100% de eletrificação
rural, arranjos produtivos locais, energia elétrica para o
Noroeste de Minas, unidade de parceria público-privada, plataforma
logística de comércio exterior da Região Metropolitana de Belo
Horizonte. Esse projeto está a cargo da Secretaria de Transportes,
mas a Secretaria de Desenvolvimento tem tentado auxiliar no
processo.
Outros projetos que estão em andamento são: o EXPOMINAS - como os
senhores já ouviram falar, sua terceira etapa já está em fase de
conclusão; o aproveitamento das águas através da água mineral de
Minas, que é considerada uma das melhores do mundo; a
revitalização de todos os nossos distritos industriais - os
senhores sabem que temos distritos ociosos e que precisamos
constituir hóspedes para eles; as pequenas centrais hidrelétricas
e as usinas termelétricas, projetos de auxílio na geração de
energia para o País; o Gemas e Jóias; Poupança Mineira Aplicada em
Minas; os pólos de produção.
O Estado promotor, facilitador, descomplicador, é o que queremos
e o que podemos. Acho que o Estado realizador já não existe. Ele
já não tem a condição que tinha na década de 70 de ser um
interventor direto na economia. O senso de iniciativa, ousadia e
inovação poderia ser resumido apenas numa palavra: “pró-
atividade”. Precisamos ser “pró-ativos”. Temos que buscar novas
formas de fazer.
Administração pública empreendedora pensa pragmaticamente, mas
com alto espírito público, sem perder de vista aquilo que a
sociedade mineira deseja.
Para viabilizar tudo que expusemos, temos três fórmulas: por meio
de recursos de terceiros; se não der, entramos em parceria:
Governo mais terceiros. Por último, quando não for possível fazer
nas duas anteriores, o Governo fará um esforço para realizar.
Essas são as formas que concebemos para realização dessas tarefas.
Bases do financiamento. Em relação a tudo isso que estamos
dizendo, passamos, primeiro, por recursos internos do BNDES e do
BDMG no Estado; investidores institucionais que já existem; o
Orçamento Geral da União e os programas setoriais, em que existem
recursos que podem ser captados e recursos orçamentários do
próprio Estado. Os senhores já sabem das dificuldades que temos
nesse último quesito.
Recursos externos. Já estamos bastante avançados nas negociações
com os Bancos Mundial e Interamericano de Desenvolvimento. Mas
existem também fontes multilaterais. Teremos aí o tripé de suporte
e apoio: BDMG na parte financeira, INDI na parte de fomento e a
CODEMIG em eventuais realizações através de parcerias público-
privadas. Primeiro, faremos com recursos de terceiros; segundo,
misto; terceiro, com recursos apenas do Governo; neste caso, a
CODEMIG poderá ser a grande realizadora.
Foi bastante discutida a concepção de cenários. No quadrante 1, o
Brasil vai bem, e Minas Gerais melhor ainda; conquistamos o melhor
do futuro. No 2, o Brasil vai bem, mas, infelizmente, Minas Gerais
tropeça; há desperdício da oportunidade. Três, superação das
adversidades de Minas, mesmo que o Brasil vá mal. Por último,
infelizmente, seria aquele cenário que nenhum de nós deseja, seria
a perda e a decadência econômica.
Estamos à disposição dos senhores para debater, na parte da
tarde, sobre todos esses aspectos. Muito obrigado pela paciência.
Sr. Presidente, obrigado pela concessão do tempo extra.