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A militância da juventude negra no Brasil

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Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, a antropóloga Stephanie Lima fala sobre seu livro recém publicado, Juventude Negra: A revolução dos afetos, resultado da tese de doutorado. Stephanie conta experiências de como os jovens negros chegaram às universidades pela política de cotas, que reputa a luta dos movimentos negros. Diz que os estudantes passaram por violências, nos primeiros tempos, pelo estranhamento que sofriam em um mundo de brancos, pelas grandes diferenças e precariedades econômicas e por professores pouco sensíveis à chegada deles. A antropóloga relata que a presença e a militância desses jovens negros, com o tempo, levaram importantes transformações às universidades, de forma revolucionária, por fazerem política através dos laços de afetividade. Stephanie Lima ainda trata dos desafios do racismo estrutural no país.