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Temas e embates no radar dos poderes em Minas

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Nos próximos meses, o governo Zema tem como prioridades na Assembleia a adesão ao Propag, o programa do governo federal de renegociação de dívidas do Estados, e as privatizações de Copasa e Cemig. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, o cientista político e professor da UFMG, Paulo Diniz, comentou que a base de Zema é frágil e sofre um desmonte com a saída do PL e que é um mau momento para submeter pautas relevantes ao Plenário. Diz que a falta de protagonismo do governador por não ter apresentado uma alternativa ao RRF pode prejudicá-lo em ano pré-eleitoral. Quanto a insistir com as privatizações que sofrem resistência, o professor acredita que Zema está só fazendo marketing. Paulo Diniz considera que a troca de secretário que cuida das relações com a Casa não terá mudanças significativas, porque tanto Gustavo Valadares quanto o novo nome, Marcelo Aro, têm o mesmo perfil. Ele ainda fala sobre a judicialização do caso de aumento da contribuição das forças policiais com a previdência e sobre as eleições de 2026 e os nomes que já despontam como candidatos- Cleitinho, Rodrigo Pacheco e Mateus Simões.