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Compacto de Reunião

Ex-secretário adjunto da SES-MG rebate acusações

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Luiz Marcelo Cabral Tavares, ex-secretário adjunto da Secretaria de Saúde de Minas Gerais, negou a vacinação de servidores administrativos em regime de teletrabalho. Segundo ele, só foram imunizados os que estavam em serviço híbrido. Tavares admitiu que ele mesmo foi vacinado, mas atribuiu a necessidade da medida à imposição do atendimento "em campo" exigido em situações diversas. Deputados da CPI dos Fura-Filas da Vacinação não ficaram convencidos com a explanação. Eles questionaram, principalmente, o uso da reserva técnica de doses estocadas em Belo Horizonte para atender aos servidores da Central da SES-MG.