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Soul music embala o Zás desta quinta-feira (10)

Cantora e compositora Cindra interpreta canções autorais, de parceiros e de artistas consagrados em show às 19h30, no Teatro.

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Muito suingue e brasilidade. É o que promete o show “Eu soul a Cindra”, atração do projeto Zás da próxima quinta-feira (10/9/26), às 19h30, no Teatro da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A cantora Cindra apresenta canções próprias e de parceiros, além de reinterpretar obras de músicos consagrados, em uma mistura de soul, black music e jazz

O público irá conferir canções como “Linhagem”, “Banquete de rainha” e “Ouça bem meu amor”, da própria artista, que se revezam com as já consagradas do soul music: “Olhos coloridos”, de Macau, “O caminho do bem”, de Tim Maia e “É primavera”, de Cassiano.

Acompanham a artista no espetáculo os músicos Matheus Coimbra, na bateria, o baixista Júnior Fiúza, o guitarrista Samy Erick e o tecladista Erick Wildmarck, além do dançarino Black Stevie.

Como participante do black-soul — movimento que existe em Belo Horizonte há mais de 45 anos e que legitima BH como a capital brasileira do soul (Lei Municipal 11.650, de 2024) — Cindra traz a influência direta do soul que Tim Maia, Sandra de Sá e Cassiano protagonizaram. 

Conheça a artista

Com raízes na tradição musical mineira — herança do pai cantor e do avô violonista de choro e folias de reis —, Cindra Gomes construiu uma trajetória que une técnica vocal, pesquisa de ritmos brasileiros e influências marcantes do soul, groove e jazz.

Sua formação teve início no Coral do Cefet-MG e se consolidou ao longo de anos de dedicação ao piano, violão, percussão e teoria musical. Durante sua carreira dividiu palcos e projetos com grandes referências da música mineira, como Vander Lee e Maurício Tizumba, além de integrar o grupo folclórico Sarandeiros, com o qual realizou turnês nacionais e internacionais.

Com uma constante busca pelo aprimoramento, fez imersão em canto jazz na New York Jazz Academy (EUA). A experiência internacional refinou sua identidade artística e impulsionou sua veia empreendedora como produtora cultural, educadora e preparadora vocal.

Em sua fase autoral mais recente, Cindra tem diversos lançamentos bem sucedidos nas plataformas digitais. Transitando entre formações que vão da voz e violão ao sexteto, a cantora combina suingue, sofisticação e brasilidade, e prepara o lançamento de seu primeiro álbum autoral, previsto para o  final de 2026.

Alerta

 

Programação Assembleia Cultural - setembro/26

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