DEPUTADO BRUNO ENGLER (PSL)
Questão de Ordem
Legislatura 19ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 14/11/2019
Página 19, Coluna 1
Assunto SEGURANÇA PÚBLICA. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF).
104ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 19ª LEGISLATURA, EM 12/11/2019
Palavras do deputado Bruno Engler
O deputado Bruno Engler – Obrigado, presidente. Eu gostaria de pontuar algumas questões, devido a toda indignação que foi gerada na população pela soltura do bandido Luiz Inácio da Silva, como aqui foi falado, porque muitas inverdades foram ditas a respeito do meu presidente, eleito pelo meu partido, e eu me sinto na necessidade de manifestar um posicionamento. Primeiro, dizer que o PT ganharia a eleição sem fake news é uma piada de mau gosto. O PT espalhava mensagem no Brasil inteiro de que, se qualquer um que não fosse o PT ganhasse a eleição, ia acabar o Bolsa Família. Quantas vezes eu não ouvi o pessoal falar: “Se o Bolsonaro ganhar, acaba o Bolsa Família”. O Bolsonaro não só manteve o Bolsa Família como anunciou o 13º para o Bolsa Família. Medida inédita no nosso país. O Fernando Haddad realmente não era um cara muito conhecido. Ele era conhecido no meio da educação como pai do kit gay. O kit gay não é fake news, o kit gay está aí para quem quiser ver. Era uma política proposta pelo Ministério da Educação, que apresentaria conteúdo homoerótico para crianças a partir de 6 anos de idade e foi barrado no Congresso Nacional. Era conhecido também pela população de São Paulo como o pior prefeito da história de São Paulo. Realmente nesse ponto ele era conhecido pelo pessoal da educação e pelo pessoal da cidade de São Paulo. A gente fez uma campanha sem dinheiro, sem recurso, e o presidente Bolsonaro não participou dos debates porque sofreu um atentado, porque sofreu uma facada e estava se recuperando. Aliás, quem fugiu do debate, esse, sim, fugiu do debate, foi o próprio Lula, em 2006, quando não queria responder às acusações do mensalão e simplesmente não foi à Rede Globo, ficou em casa, deixou o debate acontecer. Esse, sim, covarde, medroso, corrupto, que, para não responder pelos seus atos, fugiu do debate. O presidente Jair Bolsonaro, que arriscou a vida pelo nosso país, pode ter até alguns defeitos, mas covardia não é um deles. Covardes são aqueles que tentaram matá-lo e mandaram assassiná-lo em Juiz de Fora, porque Adélio, comprovadamente, não agiu sozinho, e nós estamos querendo saber quem mandou matar Jair Bolsonaro. Agora, Lula já saiu da prisão com uma proposta para o Brasil, mas não é uma proposta de crescimento, de prosperidade. É uma proposta de caos, porque ele já discursou dizendo que a esquerda brasileira tem que fazer como no Chile, tem que atacar, tem que destruir igrejas, instituições, e tacar fogo nas coisas. Isso não é democrático, isso pode, sim, ser enquadrado na Lei de Segurança Nacional, porque está incitando a violência e está incitando o terrorismo. O presidente Lula já não esconde mais o seu apreço por bandidos, porque, no seu discurso, lamenta que jovens de 14 e 15 anos são violentados pela polícia, às vezes, porque roubou um celular. Ora, roubar celular não é sério mais, não. A polícia não pode, a polícia é “assaltofóbica”, não pode mais agir contra bandidos. Infelizmente nós temos um corrupto condenado, que tem o nosso Supremo Tribunal Federal nas mãos e que foi solto não por ser inocente – porque nem o Supremo teve coragem de declarar esse bandido inocente –, foi solto por uma mudança processual fabricada para soltar esse bandido na rua, e não foi solto sozinho. Foram soltos diversos outros bandidos, milhares de bandidos. O Eduardo Azeredo, nosso ex-governador, está na rua; o José Dirceu está na rua, diversos bandidos de toda sorte, que praticaram crimes violentos e tiraram a paz de milhares de brasileiros foram soltos por essa medida ridícula, em que o nosso Supremo Tribunal Federal se apequenou e abriu mão do processo em que nós estamos – aliás, estávamos – caminhando para ser um País que combate à corrupção, caminhando para ser um País que combate a impunidade. Mas o Supremo veio e disse: “O crime compensa no Brasil”. Se você tiver dinheiro para pagar um bom advogado, que entenda o processo penal, que saiba quando e como interpor recursos protelatórios, você pode praticar crimes à vontade que jamais irá preso”. Com a vergonha que a gente presenciou, é vergonhoso ver o Estado brasileiro, o Judiciário brasileiro tomando uma decisão tão errada, que prejudica tantas pessoas para beneficiar um criminoso contumaz, que pode até estar solto, mas não está inocentado. É um condenado por corrupção.