DEPUTADO BRUNO ENGLER (PSL)
Declaração de Voto
Legislatura 19ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 27/09/2019
Página 18, Coluna 1
Assunto ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (ALMG). PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. SEGURANÇA PÚBLICA.
11ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 19ª LEGISLATURA, EM 25/9/2019
Palavras do deputado Bruno Engler
O deputado Bruno Engler – Presidente, como todos, gostaria de parabenizar V. Exa. pela condução desta Casa, pela maneira como tem prestigiado os deputados, colocando os projetos na pauta, e parabenizar esta Casa pela votação hoje de projetos importantes para o povo de Minas Gerais. Gostaria aqui, também, já que foi falado, de lamentar a morte da menina Ágatha, de apenas 8 anos, inocente, que veio a falecer depois de uma troca de tiros no Rio de Janeiro. Mas quero deixar bem claro que quem tem sangue nas mãos não é quem faz o símbolo da arminha. Quem tem sangue nas mãos é quem financia o tráfico comprando drogas: é o maconheiro, é o cheirador, é o zé droguinha. Esses financiam as armas que os traficantes compram para trocar tiro com a polícia, para trocar tiro entre si e para gerar a morte dessas pessoas na periferia. Então, são esses que têm o sangue nas mãos. Aí vêm falar aqui do discurso na ONU, que o presidente Bolsonaro destilou o ódio. Discurso da ONU de que eles gostam é o do Che Guevara que diz: “Fuzilamento sim. Fuzilamos e seguiremos fuzilando enquanto for necessário, porque a nossa luta é uma luta até a morte”. Fuzilando os seus pares, os seus compatriotas cubanos. Aí, sim, numa ditadura, que, num país deste tamanho, matou muito mais do que a suposta ditadura militar brasileira. O que eles sentem falta na ONU é dos brilhantes discursos da ex-presidente Dilma, que sugeria que estocássemos vento para resolver o problema da geração de energia. A ex-presidente Dilma que era um orgulho para o Brasil, com suas falas brilhantes sobre o meio ambiente, que dizia que o meio ambiente era uma grave ameaça ao desenvolvimento sustentável. Fico pensando como o tradutor, que vai levar essa mensagem da presidente para o mundo, consegue traduzir esse tipo de frase. Provavelmente vão pensar: esse tradutor é um idiota; a presidente do Brasil não falou isso. Mas falou, assim como falou que, quando a gente desenvolve uma bola, nos tornamos homo sapiens e mulheres sapiens, dentre outras frases brilhantes que, certamente, na mente dessas pessoas que criticam o governo Jair Bolsonaro eram falas que muito bem representavam e orgulhavam o nosso país. Então, temos, sim, um presidente que hoje defende o Brasil. Falam que ele não se importa com o desemprego. O presidente voltou a gerar empregos antes do previsto. O Brasil este ano gerou 500 mil vagas de emprego, o que nenhum economista pensou que iria acontecer. A nossa economia voltou a crescer antes do esperado. O governo Jair Bolsonaro é um governo que respeita a nossa soberania, que defende o nosso país e que trabalha sim para melhorar a nossa situação. Se querem falar de ditadura, vamos perguntar por que os governos de esquerda financiavam a ditadura de Cuba e da Venezuela, essas, sim, ditaduras sanguinárias, que oprimem e matam os seus povos e os deixam para morrer: ou fuzilados, como em Cuba, ou de fome, como na Venezuela. Aqueles que apoiam esses regimes não têm moral para falar um “a” sobre o regime militar brasileiro, que, em muito, livrou o nosso país da ameaça do comunismo. Muito obrigado.