DEPUTADO BRUNO ENGLER (PSL)
Questão de Ordem
Legislatura 19ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 09/08/2019
Página 12, Coluna 1
Assunto ADMINISTRAÇÃO FEDERAL.
69ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 19ª LEGISLATURA, EM 7/8/2019
Palavras do deputado Bruno Engler
O deputado Bruno Engler – Sr. Presidente, gostaria só de continuar o que estava falando, tendo em vista o discurso feito logo após o meu, que é o mundo da fantasia. Não é o mundo da lua, mas é de Marte, o planeta vermelho. O deputado falou de uma escalada dos crimes este ano, no Brasil. Ora, os números apontam uma queda de 20% nas taxas criminais. Que escalada de crimes está ocorrendo dentro do governo Bolsonaro? Não está havendo uma escalada de crime. Estamos buscando políticas públicas para diminuir a criminalidade. Quando se ataca o acesso às armas... Se o presidente disse que não é uma política de segurança pública, é porque não é. É uma política para garantir a liberdade individual e o direito de defesa de cada um. Tem uma frase da qual gosto muito: “Não coloco um casaco para combater o frio. Coloco um casaco para me defender do frio”. Arma de fogo na casa do cidadão de bem é justamente para que ele possa se defender dos bandidos. Não é para acabar com a violência. Não é uma solução de segurança pública, mas uma garantia de liberdade individual do cidadão de ter o seu direito à defesa preservado. É isso que sempre foi defendido ao longo da campanha e é isso que continua sendo defendido ao longo do mandato. É uma pena que o nosso Congresso Nacional queira atrapalhar e não deixa o presidente avançar com essa agenda, que vai ser muito útil para os brasileiros. Qual a solução que o Bolsonaro aponta para o desemprego? Além de a reforma da Previdência trazer investimentos para o Brasil, ajudar a diminuir o custo Brasil, o que gera emprego, mesmo com todas as dificuldades, o governo Bolsonaro já gerou mais de quatrocentos mil empregos. É o recorde nos últimos cinco anos. Eles dizem que vieram aqui bater no governo Bolsonaro, porque não há nada de bom para falar. Eles têm que criticar. Não. É aquilo do quanto pior melhor. Não. Eles dizem que não ficavam relembrando o passado, que não perguntavam: “E FHC?”. Quando o FHC saiu do governo, eu tinha 5 anos de idade. Só o que eu ouvi de “E o FHC?” – e eu que tinha 5 anos de idade –, imaginem os outros! Falavam, sim, falavam muito do governo Fernando Henrique, colocando a culpa de todas as mazelas do Brasil no governo anterior. Ficaram muito tempo no governo, entregaram, sim, um País quebrado, com grande dificuldade de recuperação. E o governo Bolsonaro está trabalhando muito para poder recuperar o nosso país e já apresenta, sim, resultados. E ser amigo, ser parceiro de uma das maiores nações do mundo não é ser subserviente. Nós buscamos parcerias, sim, com os Estados Unidos. O Brasil já foi apontado pelos Estados Unidos como aliado prioritário extra-Otan. Nós estamos nos colocando em uma posição estratégica para a defesa do nosso país, aliando-nos à maior potência militar do mundo e ao maior grupo militar do mundo, que é a Otan. O governo Bolsonaro apresenta resultados, e o pessoal cria um mundo fantasioso, onde ele faz tudo errado. E aí, eles têm que vir aqui criticar, como paladinos da justiça, que vão salvar o Brasil. Por último, gostaria de destacar algo. Disseram aqui que o Porto de Mariel foi um pedido dos empresários brasileiros. A gente sabe o ótimo relacionamento que o governo Lula e o governo Dilma tinham com os empresários - os empresários amigos do governo que a gente viu na Lava Jato. A gente viu as grandes empreiteiras, a gente viu o escândalo da JBS. Realmente, eles tinham muitas relações com os empresários. Quem sofria eram os empresários que não eram amigos do governo e não estavam no esquema. E ainda não ouvi a justificativa para a taxa de juros do metrô de Caracas ser menor do que a taxa de juros para a construção do metrô de São Paulo. Os brasileiros não têm direito aos mesmos benefícios que as ditaduras amigas. É isso que está sendo cobrado. E nós não podemos esquecer o que foi feito para não repetir os erros do passado. Então, vamos continuar, sim, falando dos erros do governo do PT, que foram inúmeros. E vamos falar também das grandes conquistas do governo Bolsonaro, que estão só começando.