DEPUTADO BRUNO ENGLER (PSL)
Questão de Ordem
Legislatura 19ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 08/08/2019
Página 17, Coluna 1
Assunto ADMINISTRAÇÃO FEDERAL.
68ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 19ª LEGISLATURA, EM 6/8/2019
Palavras do deputado Bruno Engler
O deputado Bruno Engler – Sr. Presidente, peço a palavra para fazer uma defesa do nosso presidente Jair Bolsonaro, que foi atacado com mentiras, diversas vezes hoje, proferidas da tribuna. São acusações levianas que não têm veracidade nenhuma e que são fruto de uma oposição que, por não ter em quem bater, tem de ficar inventando histórias. Primeiro gostaria de ressaltar que a gente não está tratando ainda do plano de recuperação fiscal mas que, caso ocorra o plano de recuperação fiscal, ele impede o aumento, ele não impede a recomposição inflacionária, que é o que está sendo pleiteado e vai ser pleiteado na manifestação do dia 22, na qual, sim, estarei presente, junto de outros deputados desta Casa. Gostaria também de dizer que a questão do Ministério da Saúde cortar o remédio para quem tem diabetes, cortar insulina é uma grande mentira. O governo suspendeu parceria com uma empresa de produção de remédios porque a empresa não estava cumprindo o cronograma. Estava atrasada nas suas metas. Só que o remédio não deixou de chegar para a população. O governo está comprando o remédio por outras vias, até o Ministério da Saúde conseguir sanar o problema. Tenho de ouvir aqui também a questão de que o povo está desempregado, e o Bolsonaro não faz política para reduzir o desemprego. Só que o desemprego diminuiu no nosso país. Ninguém fala que o desemprego está em queda, que foram criados 408 mil postos de trabalho em menos de um ano. É o melhor resultado dos últimos cinco anos. Ninguém fala que a taxa criminal diminuiu em 20%, que tivemos alta de quase 15% no turismo de negócios, que voltamos a investir em ferrovias, que o Brasil está reformando rodovias, que o Brasil está novamente trabalhando para a frente, trabalhando para o crescimento. Eles não conseguem criticar isso aí. Dizem que o Bolsonaro não apresenta nenhuma política para tentar resolver o desemprego, mas ficam o dia inteiro falando mal da reforma da Previdência, que, quando aprovada, vai trazer investimentos para o Brasil, vai gerar emprego em nosso país. É uma reforma que combate, sim, privilégios, e que não é ataque aos mais pobres, até porque os mais pobres, segundo os índices apresentados, já se aposentam com mais de 60 anos. A contribuição dos mais pobres não vai aumentar. Pelo contrário, ela vai diminuir em 0,5%. Agora, o teto da contribuição vai aumentar. O que não pode é termos servidores de algumas áreas, que não incluem risco de vida, se aposentarem com R$40.000,00, se aposentarem com valores muito acima do teto, enquanto o trabalhador comum se aposenta na média do salário mínimo. O governo Bolsonaro é um governo que está caminhando muito bem, graças a Deus. Então eles precisam de espantalhos para atacar o governo. A nova agora é a matéria do jornal O Globo de que Bolsonaro empregou 102 parentes. Pergunto a você que nos assiste pela TV Assembleia, você consegue lembrar, de cabeça, 100 parentes, para pensar que Bolsonaro está empregando 100 parentes? Isso é palhaçada. Pedem aqui, na maior cara de pau, para o presidente descer do palanque. A imprensa é que não saiu do palanque. Passa o dia inteiro atacando o presidente Bolsonaro. Acho que o mais icônico é uma manchete do jornal O Globo. Bolsonaro anunciou um plano de redução de impostos. Sabe qual foi a manchete? “Brasil pode perder até 50 milhões com o plano de redução de impostos do Bolsonaro.” Deve ser estagiário. Não é possível que o jornalista seja tão burro. O dinheiro continua no Brasil. Ele só fica no bolso do contribuinte em vez de ir para o cofre da União. Quando outros governos apresentavam redução de impostos, aí era uma a coisa boa, incentivo. Agora, o Bolsonaro apresenta redução de impostos, aí o Brasil poderá perder R$50.000.000,00. Então, quem precisa sair do palanque é essa oposição do quanto pior melhor, é essa imprensa canalha. E o Brasil segue muito bem, obrigado.