Pronunciamentos

DEPUTADO BRUNO ENGLER (PSL)

Questão de Ordem

Informa ter participado de solenidade realizada na Praça da Liberdade em comemoração ao Dia da Vitória e ao término da Segunda Guerra Mundial, em que foram homenageados os pracinhas. Comenta ter participado de manifestação, em 6/6/2018, com pessoal da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, contra o então governador Fernando Pimentel. Ressalta que foi um ato simbólico, e que não houve ocupação do Palácio da Liberdade, somente dos jardins. Critica o governo Pimentel, que teria tentado colocar uma "mordaça" nos militares, destacando que ele deveria ser preso.
Reunião 36ª reunião ORDINÁRIA
Legislatura 19ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 09/05/2019
Página 32, Coluna 1
Assunto CALENDÁRIO. PESSOAL MILITAR. SEGURANÇA PÚBLICA.

36ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 19ª LEGISLATURA, EM 7/5/2019

Palavras do deputado Bruno Engler

O deputado Bruno Engler – Presidente, quero aqui fazer referência ao discurso do deputado Carlos Henrique. Estive presente na homenagem aos pracinhas, uma homenagem muito bonita. Triste é o país que não se lembra de sua história, que não celebra os seus heróis. Aqueles senhores que ali estavam são verdadeiros heróis, que foram à Itália combater o nazifascismo e saíram vencedores. Então eles e suas famílias são dignos de todas as homenagens. Quero também fazer referência à fala do deputado Sargento Rodrigues, que me antecedeu, pois ele mencionou as sanções que estão sendo impostas aos militares que adentraram a área do Palácio da Liberdade no ano passado. Quero dizer que eu estava junto daqueles militares naquela manifestação e nada de errado foi feito ali. Nem entrar no prédio do Palácio da Liberdade entramos. Alguns mais exaltados queriam invadir o Palácio, mas foram rapidamente contidos. Falamos: “Calma, pessoal, isso aqui é simbólico”. Ficamos nos jardins do Palácio da Liberdade para marcar uma posição, para marcar a indignação pela maneira como aquele governo tratava o setor da segurança pública. Como o deputado Sargento Rodrigues bem colocou, o governo Pimentel tratava melhor os terroristas do MST do que seus agentes de segurança pública e colocava, por meio do comandante-geral e do autointitulado subcomandante, uma mordaça nos militares, tentando de toda maneira calar a boca deles, para que não se manifestassem contra os desmandos e as canalhices praticadas naquele governo. Então quero dizer que partilho desse sentimento e espero também um dia ver o pilantra chamado Fernando Pimentel apodrecendo em uma cadeia de Minas Gerais, porque é isso que ele merece.