DEPUTADO BRUNO ENGLER (PSL)
Questão de Ordem
Legislatura 19ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 04/04/2019
Página 24, Coluna 1
Assunto PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.
23ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 19ª LEGISLATURA, EM 2/4/2019
Palavras do deputado Bruno Engler
O deputado Bruno Engler – Presidente, dia 2 de abril, há 55 anos, o Parlamento, o Congresso Nacional, de maneira grandiosa, declarou vaga a presidência da República. Declarou vaga a presidência da República porque o então presidente João Goulart, de maneira covarde, deixou a sede de governo - esse presidente que não era um homem democrático, como se prega, mas era alguém que incentivava greves para pressionar o Congresso Nacional; que já havia citado, na Central do Brasil, o desejo de fechar o Congresso; e que tinha ligações fortíssimas com grupos armados que queriam uma guerra civil no Brasil para implantar uma ditadura do proletariado. O Congresso Nacional, cumprindo o seu papel de Poder Legislativo, como nós aqui temos, depôs o então presidente da República, levando à presidência o presidente da Câmara, Paschoal Ranieri Mazzilli, que presidiu o Brasil por 13 dias, até que o Congresso Nacional elegeu Humberto de Alencar Castelo Branco presidente da República, com votos de Ulysses Guimarães e Juscelino Kubitschek. Então, celebro, sim, o Poder Legislativo e o ato do Congresso Nacional, que impediu que este país – aí sim – vivesse uma ditadura, como observamos em Cuba e em diversos países onde ditaduras socialistas foram implantadas no século XX. Não seremos calados por expor uma opinião. É lamentável que parlamentares venham aqui, nesta Casa, justificar agressão a colegas e dizer que xingar, cuspir, agredir, quebrar o pé, como quebraram o da assessora do Coronel Sandro, são uma manifestação pacífica.