DEPUTADO BRUNO ENGLER (PSL)
Questão de Ordem
Legislatura 19ª legislatura, 1ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 15/02/2019
Página 44, Coluna 1
Assunto CALAMIDADE PÚBLICA. EDUCAÇÃO.
5ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 19ª LEGISLATURA, EM 13/2/2019
Palavras do deputado Bruno Engler
O deputado Bruno Engler – Gostaria de iniciar dizendo que acho que nenhum dos deputados que aqui se pronunciou o fez na intenção de atacar os professores, de atacar os profissionais da educação. Acredito que eles estão emitindo uma opinião muito válida em relação ao modelo de educação que não funciona em nosso país. Temos, sim, uma educação gramsciana, que visa impor uma ideologia às crianças. O método Paulo Freire, que é patrono da nossa educação, é uma das razões pelas quais a nossa educação é muito ruim e poderia estar muito acima em níveis educacionais do que é hoje. Então, acho uma irresponsabilidade dizer que não podemos vir aqui falar de educação. Somos representantes do povo, e o povo mineiro está preocupado com a educação dos seus filhos. Chego aqui eleito por 120.252 mineiros que querem que eu me preocupe com a educação dos seus filhos. Assim eu vou fazer. Vou entrar nesse tema e defenderei as bandeiras para as quais fui eleito para defender. Democracia é isso. Gostaria, também, de fazer uma comemoração, registrar que o nosso presidente da República teve alta, saiu do hospital. Voltará a Brasília para tomar a frente novamente da nossa nação. Desejo muita saúde e muito sucesso ao nosso presidente Jair Bolsonaro no seu mandato. Quero falar também das tragédias que vêm acometendo o Brasil, infelizmente. Neste início de ano, lamentavelmente estamos sofrendo muito com essas tragédias. Parece que todo dia surge uma coisa nova que nos incomoda cada vez mais. Deixo registrado aqui um repúdio a uma declaração feita por uma deputada federal de Minas Gerais, representante dos mineiros, Áurea Carolina, do Psol, que disse que não se pode lamentar as vítimas do CT do Flamengo e comemorar a chacina no Rio de Janeiro porque negros importam. Olha, acho um absurdo equiparar crianças, jovens que estavam correndo atrás de um sonho honestamente, querendo ser jogadores de futebol e que foram vítimas de um incêndio, com bandidos armados, que receberam a Polícia Militar do Rio de Janeiro a tiros. Precisamos fazer essa diferenciação. O povo mineiro sabe muito bem a diferença entre um jovem que está batalhando por um sonho de ser jogador de futebol, que milhões de brasileiros têm, com bandidos armados, que, quanto têm oportunidade, matam o policial militar sem pensar duas vezes. Agora vamos ter uma mudança de política: o bandido que atira para matar vai tomar tiro para morrer. Então, parabenizo aqui a Polícia Militar do Rio de Janeiro pela atuação, por ter garantido a própria segurança, matando, em combate, os 13 elementos criminosos. Só queria, realmente, registrar esse posicionamento porque, na minha condição de representante do povo mineiro, não posso deixar a imagem de que esse é o pensamento dos mineiros. Os meus eleitores e a grande maioria dos cidadãos de Minas Gerais sabem a diferença entre um bandido e um garoto que persegue um sonho honestamente, assim como eu.