JAIRO SIQUEIRA DE AZEVEDO, Presidente da Associação de Promoção Humana Divina Providência.
Discurso
Legislatura 16ª legislatura, 2ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 03/07/2008
Página 37, Coluna 3
Assunto CALENDÁRIO. ASSISTÊNCIA SOCIAL.
Proposições citadas RQS 1428 de 2008
34ª REUNIÃO ESPECIAL DA 2ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 16ª LEGISLATURA, EM 30/6/2008
Palavras do Sr. Jairo Siqueira de Azevedo
Exmo. Sr. Presidente desta reunião, Deputado Doutor Viana, representando o Presidente da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, Deputado Alberto Pinto Coelho; Exmo. Revmo. D. Paulo de Faria, Arcebispo emérito de Diamantina; Exmos. Srs. Laurindo Manganelli, Rubens Menin, aqui representado pelo José Adib, membros do conselho; Márcio Gomes; Dr. Aguinaldo Paolielo; querido amigo Deputado Dinis Pinheiro, autor do requerimento que deu origem a esta homenagem; meus queridos Diretores; colaboradores, nossos coordenadores; membros da nossa equipe de trabalho, a qual estamos formando para nos substituir quando for da vontade de Deus; meus queridos funcionários, que hoje já são 730, até o fim deste ano serão 760; meus muito queridos alunos, aos quais sempre chamamos de filhos; uma das condições para trabalhar em nossas obras é ver todos os nossos alunos como se fossem filhos, com as qualidades e os defeitos que os nossos filhos também têm. Quem não tiver esse sentimento certamente estará fora do nosso trabalho. Preocupamo-nos muito com o profissionalismo, ninguém pode fazer o que não sabe, mas, da mesma forma, preocupamo-nos com a vocação. Precisamos de profissionais vocacionados e temos conseguido um número muito grande, que luta, para os quais não existe horário nem dia. Temos coisas maravilhosas acontecendo. Seria um absurdo da minha parte imaginar que daria conta, seria impossível para mim administrar uma obra desse tamanho pelos próprios méritos. Sei perfeitamente que sou um instrumento inútil na mão de Deus. Deus é que tudo faz.
Para mim a passagem evangélica em que o anjo Gabriel anuncia a Maria que ela será a mãe de Jesus é muito importante. Ela replica que aquilo é impossível, pois não conhecia homem algum. Maria, uma menina de 14, 15 anos, pura, conhecia a realidade da vida, sabia que a concepção se dá por meio da união do esperma e do óvulo. Mas o anjo a tranqüilizou dizendo que o Espírito Santo desceria sobre ela e que a sombra do Altíssimo a cobriria; que Isabel, sua parente, em sua velhice, apesar de ser estéril, havia concebido um filho havia seis meses, porque, para Deus, nada era impossível. Maria disse: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”.
Todo o trabalho que temos realizado tem como base essa frase do anjo Gabriel: “Para Deus nada é impossível”. E Deus nos provou que a Cidade dos Meninos, apesar de seus quase 100.000m² de edificações, foi construída e tem sido mantida a duras penas. Deus permite isso, pois nos prova e nos exige muita fé. Deus quer mostrar que é a bondade dele, e não os talentos, que mantém aquela obra e todas as outras. Ele exige de nós apenas uma coisa: que estejamos a sua disposição, com plena e total confiança. Não podemos duvidar. Se isso acontecer, acontecerá o mesmo que aconteceu com Zacarias, pai de João Batista, que duvidou de que ele poderia gerar um filho com a idade que tinha e com uma esposa estéril. O anjo disse: “Ficarás mudo até o nascimento desse menino”. Ele teve essa visão, no Santo dos Santos, quando oferecia incenso a Deus. Ele demorou muito em sair, e todos ficaram preocupados. Quando de lá saiu, não pôde falar nada. Ele precisava pegar as tabuinhas, a cera e o estilete para escrever a mensagem que havia recebido de Deus. Precisamos confiar cegamente em Deus.
Hoje estou muito abalado porque perdi meu melhor amigo. Ele estava comigo há 42 anos. Ele foi o engenheiro responsável pelo Abrigo São Paulo, pelo Lar dos Idosos, pela Cidade dos Meninos. Estou me referindo a Reinaldo Martins Matos, figura fenomenal. Hoje fiz questão de passar 4 horas a seu lado, dando-lhe a mão. Nós, que acreditamos na vida eterna, sabemos que Deus não deixará nem um copo d’água sem recompensa. Reinaldo foi receber de Deus o presente que merece.
Este é um momento muito importante da nossa Associação. São 25 anos de serviços prestados à comunidade. É bom saber que os poderes constituídos estão atentos aos nossos trabalhos. Quando dizemos “nossos”, são nossos mesmos, não é meu trabalho. Acredito na força de uma equipe. Quando criamos a Séculus, há 48 anos, o único capital que tínhamos era a união de oito irmãos, que continua até hoje, sem que tenha havido, durante esse tempo, qualquer rusga sobre confiança, sobre trabalho, sobre qualquer coisa que falasse sobre a moral de algum. Tenho de acreditar que a força da união é indestrutível.
É isso que tento implantar de todas as formas em nosso trabalho filantrópico.
Nossa vida tem sido repleta de dificuldades financeiras, pois não recebemos ajuda do poder público. Tudo o que foi feito até agora é fruto da participação da comunidade. São pessoas ricas que nos ajudam. Há também um grande número de pessoas assalariadas e donas de casa. É muito interessante o que acontece. Cada funcionário, ou melhor, 73% deles nos ajudam com alguma importância mensal. Se olharmos o significado financeiro dessa ação, talvez imaginemos que seja pequena, mas, se pensarmos no comprometimento que esse funcionário adquire ao tornar-se um colaborador, muda muito a visão do nosso trabalho. Queremos chegar aos 100%, e não aos 99%, mas esse trabalho tem de ser paciente. Não se pode forçar ninguém. Não é dessa forma que se faz, o trabalho é de convencimento, e vamos chegar lá.
Tudo o que temos feito até agora é fruto da participação da comunidade. São pobres ajudando pobres. Precisamos fazer ainda muito mais. O que fizemos até agora não passa de uma gota d’água, como bem disse o nosso amigo Deputado Dinis Pinheiro e como apareceu no vídeo.
A população carente enfrenta grandes dificuldades. Mensalmente vamos ao Vale do Jequitinhonha e sentimos como essa população pobre sofre. Mas não precisamos ir muito longe. Nas favelas de Belo Horizonte a situação ainda é pior, porque, além da pobreza material, há a pobreza moral. Cada família honesta que mora na favela é uma ilha cercada de assaltantes, traficantes, etc., por todos os lados.
Estamos construindo mais uma unidade em Ibirité, mais precisamente no Parque Elisabete, onde 50% da população é de Ibirité e os outros 50% são de Belo Horizonte. Logo acima da nossa unidade, que ficará pronta até o final do ano, há uma rua que é divisa de Ibirité e Belo Horizonte. Nosso empreiteiro teve de sair de lá correndo, porque senão os traficantes o matariam. Os traficantes começaram a assediá-lo, e ele deu mil tijolos para ficar livre deles. Mas isso não aconteceu. Essa foi a senha que os traficantes precisavam para saber que ele era fraco. Ele deu ferragem, madeira, brita e areia, tirando tudo da nossa obra. Quando não havia mais nada para dar, na calada da noite, depois de ter um revólver na sua cabeça, ele saiu, dispensou todo o mundo, causando-nos seriíssimos problemas. Ele não pôde indenizar os funcionários, e esse ônus ficou para nós.
Agora, tudo se acalmou, pois empregamos um outro empreiteiro, que mora na região há muitos anos. Podemos dizer que não faltou o apoio da polícia e do Prefeito, mas os assaltantes são tão malucos que, mesmo com dois policiais à frente, entraram por trás, mostraram o revólver para todos os funcionários e disseram: “Um grito significa um tiro e uma morte”.
Isso é algo terrível. Já presenciamos isso no Bairro São Benedito, quando D. Serafim, ainda como Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, nos deu um terreno. Os traficantes roubavam muito lá, mas achamos interessante o que o vigário disse: “Jairo, você precisa se lembrar que aqui funcionava um centro de distribuição de drogas e que agora funciona um centro de formação profissional. A mudança da realidade desse local foi radical”. Então, ficamos muito felizes, não apenas por estarmos ajudando pessoas pobres a resgatar a sua dignidade, mas também por sabermos que pessoas que só tinham como alternativa entregar papelotes de cocaína viam a possibilidade de ganhar dinheiro honesta e dignamente.
Nossos olhos devem estar voltados não para o pouco que fizemos, pois fizemos muito pouco até agora, mas para o muito que falta ser feito. Prometemos a Deus lutar até o último dia em que nos der essa condição. Alguém me perguntou: “Jairo, você vai-se aposentar?”. Respondi: “Claro que vou. Quando não houver mais pobreza, mais miséria e alunos para serem profissionalizados, vou-me aposentar, mas, até então, continuarei lutando”.
Sabemos que não poderemos resolver os problemas sociais existentes, mas também temos a certeza de que não descansaremos um momento sequer enquanto tivermos forças para enfrentar e melhorar a vida dos menos favorecidos. O nosso foco principal é o resgate da dignidade do ser humano, não importa que seja em um asilo, para onde vão as pessoas com 70, 80 ou 100 anos. Madre Teresa de Calcutá respondia sempre a quem perguntava se ela estava perdendo tempo velando uma pessoa que já estava condenada à morte: “Quero que morra com um sorriso nos lábios, sabendo que alguém o ama”. Esse alguém era um muçulmano, e a Madre Teresa era católica, mas ela não tocava em religião e não impingia mudança de fé.
Certa vez, em uma conferência internacional contra a fome, em Bombaim, onde sempre se perdia, pois a cidade era muito grande, muito maior que Calcutá, ao chegar à porta, Madre Teresa deparou-se com um moribundo. Esqueceu-se então da conferência, apanhou-o nos braços, conseguiu uma carroça e o levou para um hospital, onde permaneceu por três dias e três noites aos seu lado, até que morresse, pois o seu caso era perdido.
Mas era Jesus Cristo que estava morrendo para ela. Como disse aquele repórter americano quando ela trabalhou com um leproso e depois beijou a sua ferida: “Nem por US$1.000.000,00 eu faria isso”. Ela olhou para ele e disse: “Eu também não”. O significado dela era muito maior. Ela é uma santa que é nosso modelo.
Temos São Vicente, nosso patrono, São João Bosco, São Francisco de Assis e São José de Cotolengo, mas Madre Teresa de Calcutá ocupa um espaço muito especial porque ela é uma santa dos nossos dias. Tudo o que aconteceu, aconteceu conosco aqui, vivos. Não é o caso de São Francisco, que viveu há 800 anos, ou de São Vicente, que viveu há 400 anos. Claro que isso não diminui a qualidade deles, mas nós praticamente presenciamos tudo o que Madre Teresa fez.
Por esse motivo, distribuímos cestas básicas, mantemos restaurantes populares, formamos milhares de jovens em cursos profissionalizantes e mantemos central de empregos e central de serviço temporário, o Banco da Divina Providência e a Cidade dos Meninos, que, realmente, é um milagre de Deus.
Quando construí a Cidade dos Meninos, falava com algumas pessoas: “Lá chove todo dia”. Muitas pessoas então perguntavam: “Então, é igual a Manaus?”. Eu respondia: “É, só que a chuva lá é diferente. Chovem bênçãos, não chove água. Chovem bênçãos”. Porque iniciamos uma construção, vamos para casa e, quando voltamos, parece que, por milagre, aquela construção cresceu mais. Parece que colocaram fermento. Foi sempre assim.
Não deixamos de ter também grandes percalços, mas isso faz parte da vida. Isso é necessário. Não podemos definitivamente pedir a Deus que nos tire as dificuldades, os problemas e as adversidades. Precisamos de pedir a Deus coragem e forças para enfrentá-los. Porque, se isso acontecer, nenhum mal será tão grande, que não possamos vencê-lo.
Os nossos velhinhos do Lar dos Idosos, não os enxergamos como filhos. Nós os enxergamos como irmãos, como pais, como mães, como avós. É um trabalho muito, muito difícil lidar como os velhos. Lidar com os jovens é um trabalho prazeroso.
Quando eu morrer, contarei vantagem para São Pedro ou para o “office boy” que estiver lá na porta, porque São Pedro deverá estar ocupado com pessoas importantes. Eu contarei sobre a Cidade dos Meninos. Ele me perguntará: “O que você fez?”. Ele colocará no computador e sairá a frase: “Não gerou crédito”. Eu pergunto: “Por quê?”. Ele dirá: “Porque você não fez aquilo por caridade, você cuidou daqueles jovens foi por prazer, por alegria”.
Essa é uma verdade. Para mim não existe nenhum sacrifício em cuidar dos nossos meninos do Lar dos Meninos e da Cidade dos Meninos. Nenhum, mesmo com insubordinação. Nesta semana tive que fazer uma palestra para eles sobre respeito, porque alguns estavam faltando com o respeito, com as mães sociais, com os disciplinadores e com os coordenadores. Mas a gente se entende.
O jovem tem a cabeça em condição de receber o que tentamos colocar nela; o idoso só coleciona manias. Posso falar isso porque tenho quase 70 anos, estou chegando na fase das manias.
A associação cultural faz um trabalho belíssimo. Vimos agora a orquestra tocando o Hino Nacional. É muito bom para nós ver isso. Agora, estamos gravando um DVD e já gravamos um CD por intermédio do Renato Xisto, nosso companheiro de trabalho que desenvolve as áreas cultural e musical. Ele não gostou da gravação; portanto ela será repetida. O CD ficou maravilhoso, mas somente a música, porque quem fez as filmagens não teve a felicidade de retratar o que deveria. Como queremos mandar esse DVD de presente para os padrinhos, para as pessoas que colaboram conosco, é preciso que o material fique bom. Não pode ser qualquer coisa. Os nossos padrinhos e colaboradores são muito especiais, são como acionistas de uma empresa. São eles que financiam esse trabalho. Portanto, precisam de resultados para continuar financiando. Se não houver resultados, ajudarão outra obra. E estarão mais que certos, porque o importante é aplicar bem os talentos. Jesus explica muito bem isso na parábola. Não estamos satisfeitos com o que estamos fazendo, pois, como já disse, julgamos ser muito pouco.
Em 2007, entregamos 41.028 diplomas. Em 2013, queremos entregar 100 mil. Para isso, precisamos fazer ainda 25 centros de formação profissional, custando cada um, até há pouco tempo, R$720.000,00. Mas veio a inflação, que foi um pouco mais elevada no setor imobiliário, devido a um “boom”, o que fez com que esse valor passasse para R$900.000,00. Preciso de 25 empresários ou empresas doando R$3.000,00 por mês durante um ano para que esses centros estejam prontos, poderão formar 3 mil alunos por ano. Se a metade deles conseguir emprego por conta própria, gerarão R$12.960,00 já no primeiro ano para suas famílias, ou seja, 15 vezes o investimento inicial. Mas, no segundo ano, esse valor será o dobro, porque não é necessário desempregar os alunos formados no primeiro ano para empregá-los no segundo. E no terceiro ano será o triplo. Mas, se tivermos um fracasso total, e apenas 20% dos alunos, 600, conseguirem trabalho, gerarão uma receita de R$5.760.000,00. Esse valor é quase seis vezes o investimento inicial. Se tudo correr muito mal, ainda teremos um resultado fabuloso, porque num centro de formação profissional tudo é feito com muita economia.
Em cada centro há um coordenador, uma secretária e 15 professores. Mas onde estão os funcionários da faxina? Não existem. Os próprios alunos mantêm sua sala limpa para a turma seguinte. E a cada dia uma das turmas fica incumbida da limpeza das áreas comuns. Não temos cantineiras também. Os alunos da cozinha e os salgadeiros fazem os salgadinhos que são vendidos na hora do lanche, para conseguirmos recursos para as promoções como o churrascão, o Festival Cozinha de Boteco.
Tudo é muito bem organizado. Outro dia o Celso fez um “junhofest” e, com esse dinheiro, conseguiu todo o recurso para o seu patamar sustentar um churrascão. Então, ele já tem o capital na mão para montar 16 ou 18 barracas. Portanto, trabalha-se constantemente. Quase que se trabalha dia e noite na Cidade dos Meninos e nas outras novas. Por que falamos que trabalhamos dia e noite? Porque acredito que, como eu, os outros também sonham com esse trabalho. Eles não dormem, sonham também com o que farão no outro dia.
Desejamos ter uma TV educativa, e talvez seja em 2016, para popularizar mais ainda a formação profissional e lingüística, o pré-vestibular e os supletivos de 1º e 2º graus. Tudo será para conseguir resgatar a dignidade das pessoas a fim de que estas ganhem dinheiro dignamente, sem precisar de esmola.
A Associação consegue êxito em seu trabalho porque se baseia na Divina Providência. Temos também uma equipe de abnegados colaboradores que assumem as grandes responsabilidades que lhes são exigidas. Temos Diretores excepcionais e, mais ainda, funcionários que se dedicam com muito profissionalismo e, acima de tudo, muita vocação, como dissemos no princípio.
Há 57 anos tive a felicidade de ingressar na Sociedade São Vicente de Paulo. Estudava no Ginásio Padre Curvelo, em Curvelo, e fui convidado para assistir a uma conferência. Fui, gostei e fiquei até hoje. Então, foi uma trajetória muito agradável, porque a Sociedade São Vicente de Paulo é uma grande escola de caridade, e ela passa por períodos difíceis. No momento, vivemos um problema sério, mas também venceremos isso, porque as obras de Deus não perecem. Passam por problemas, mas se reabilitam.
A Cidade dos Meninos teve sua pedra fundamental lançada em 6/3/93. Em 6/3/94 recebemos os primeiros alunos, e, apesar da precariedade, sempre surgiam 300 candidatos no Lar dos Meninos, onde cabia 120 alunos, que ficavam lá por dois anos. Ou seja, poderiam ser recebidos apenas 60 por ano. Assim, o número de meninos que ficava de fora era muito superior ao dos que conseguiam ingressar na Cidade dos Meninos. Então, tivemos de antecipar os trabalhos e improvisar. Três casas foram ocupadas com os meninos, e a quarta casa foi refeitório, cozinha e despensa. Os meninos capinaram o campo de futebol e fizeram as traves com material de construção. Tínhamos um galpão multiuso onde tudo se realizava, como missa, sinuquinha, totó, pingue-pongue, formaturas e palestras. Todos esses dados referem-se apenas ao primeiro ano, como já falamos, porque, a cada ano, o trabalho pode trazer mais benefícios.
O nosso mundo atual vive de parcerias. Hoje, isso é muito importante porque, quando aplicamos a sinergia, dois mais dois deixam de ser quatro. Podem ser seis ou oito porque, agregando valores, conseguimos multiplicar em vez de apenas somar. A progressão não é mais aritmética, passa a ser geométrica. Precisamos de todas as forças ao lutar por um mesmo ideal. Em Ibirité encontramos um terreno fértil, onde o Prefeito compreendeu o valor da obra e nos deu o primeiro terreno, em seguida nos deu o segundo. O primeiro está funcionando muito bem, e, com as bênçãos de Deus, o segundo funcionará melhor ainda porque está dentro de uma população enorme.
Queremos agradecer de coração ao nosso querido amigo Deputado Dinis Pinheiro tudo que tem feito para nos ajudar. Que tudo seja feito para o maior desenvolvimento do nosso Brasil. Muito obrigado.