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13/09/2017 17h56

Consumidores buscam solução de problemas com telefônicas

Em mutirão de atendimento, demandas mais comuns são cobranças indevidas e serviços não autorizados.

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Cento e oitenta e cinco pessoas foram atendidas pelo Mutirão para Demandas de Telecomunicações, realizado nesta quarta-feira (13/9/17) pelo Procon Assembleia. De acordo com o coordenador do órgão, Marcelo Barbosa, foram encaminhadas reclamações variadas, com destaque para cobranças indevidas, serviços não autorizados ou valores diferentes do combinado.

A iniciativa foi sugerida pela Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG).

A campeã de atendimentos foi a Oi, que recebeu 83 pessoas. A Vivo atendeu 47, a Claro (que também recebeu demandas da Net e da Embratel), 34; e a TIM, 21.

Marcelo Barbosa criticou a falta de estrutura das operadoras, que enviaram poucos funcionários para o mutirão. Algumas pessoas tiveram que esperar mais de uma hora pelo atendimento. O coordenador considerou positivo o trabalho, embora a maioria dos questionamentos não tenha sido resolvida imediatamente.

Foram os casos de Lívia Teixeira de Freitas e Regina Célia da Silva Alves, que terão de aguardar cinco dias úteis pela resposta das operadoras. Lívia reclama de uma dívida de mais de R$ 2 mil cobrada pela TIM, por uma renovação de contrato do plano empresarial que foi feita automaticamente, sem sua autorização.

Ela explicou que permaneceu seis anos com a telefônica, mas resolveu fazer a portabilidade para a Vivo e não conseguiu em função dessa dívida que estaria sendo cobrada por quebra de fidelidade. “Sem me falarem nada, eles renovaram o contrato e agora me cobram por isso”, reclamou.

Regina está sem o serviço de celular que possuía desde 2002 por conta de uma portabilidade que ela garante que não fez. Cliente do plano 31 anos da Oi, que garante ligação gratuita para números da mesma operadora, ela se surpreendeu no dia 28 de agosto quando percebeu que o número já não mais existia.

A Oi informou à consumidora que fora pedida a portabilidade para a Vivo. A nova empresa afirma que a pessoa que pediu a transferência tem um CPF diferente do da cliente, mas não informa quem teria sido o responsável.

Regina teve que provar a titularidade da linha pré-paga com comprovantes da compra do aparelho, do contrato do plano e das recargas que fazia mensalmente. “Uma empresa empurra para a outra e eu continuo sem celular”, protestou.


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