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Objetivo é que a discussão seja realizada em conjunto com as Comissões de Segurança Pública e de Educação
Objetivo é que a discussão seja realizada em conjunto com as Comissões de Segurança Pública e de Educação - Foto: Ricardo Barbosa
18/04/2017 15h54

Perigos do jogo Baleia Azul devem pautar audiência conjunta

Requerimento foi aprovado diante de suspeitas de que fenômeno iniciado na Rússia tenha motivado mortes no Brasil.

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Os perigos do jogo Baleia Azul para a sociedade, especialmente para os adolescentes, devem ser discutidos em audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Disputado pelas redes sociais, propondo 50 missões relacionadas a situações como de terror, automutilação e até suicídio, o jogo teria começado na Rússia e tem sido investigado como possível motivação para a morte de jovens em Minas, São Paulo e Mato Grosso.

O requerimento da audiência foi aprovado nesta terça-feira (18/4/17), em reunião da Comissão de Participação Popular, e o objetivo é que a discussão sobre os efeitos do jogo seja realizada em conjunto com as Comissões de Segurança Pública e de Educação, Ciência e Tecnologia.

Recorrendo a dados divulgados na imprensa, o autor do pedido, deputado João Leite (PSDB), disse que uma audiênca sobre o assunto é importante tendo em vista que o número de jovens entre 15 e 19 anos que tentaram se matar em Minas cresceu 15 vezes de 2010 a 2016, conforme levantamento da Secretaria de Estado de Saúde.

Situação de índios e quilombolas motivam requerimentos

Na reunião, foram aprovados ainda pedidos de audiências públicas sobre:

  • A situação das etnias indígenas em Minas Gerais, por ocasição da celebração do dia 19 de abril, Dia do Índio, pedida pelos deputados André Quintão, Doutor Jean Freire e a deputada Marília Campos, todos do PT;
  • A prática de compra de terras por empresas nacionais com capital internacional que vem ocorrendo no Estado e que afrontaria a soberania nacional, a requerimento do deputado Rogério Correia (PT);
  • A expansão de sinal de telefonia celular móvel nos municípios e distritos ainda não contemplados pelo programa Minas Comunica, solicitada pela deputada Rosângela Reis (Pros);
  • Propostas de políticas públicas para acesso e a permanência da população imigrante nas redes municipal e estadual de educação, no bairro Petrolândia, na divisa de Betim e Contagem (RMBH). O pedido é da deputada Marília Campos e o objetivo é realizar a audiência em conjunto com a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia;
  • O fortalecimento e a sobrevivência do agricultor familiar na RMBH, pedida pela deputada Marília Campos;
  • A educação integral e o ensino médio na Fundação Caio Martins (Fucam), pedida pela deputada Marília Campos;
  • Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que tramita no Congresso Nacional, contendo a reforma da Previdência, pedida pelo deputado Rogério Correia e pela deputada Marília Campos;
  • Os efeitos no Estado da aprovação de projeto que estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal e medidas de estímulo ao reequilíbrio fiscal, pedida pelo deputado Rogério Correia.

Visitas – Foram também aprovadas duas visitas, ambas pedidas pelo deputado Doutor Jean Freire. Uma delas é ao Ministério Público Federal, para obter informações acerca de processo judicial referente a moradores de Salto da Divisa (Vale do Mucuri) atingidos pela Hidrelétrica de Itapebi e que tramita na Vara Federal de Teófilo Otoni.

A outra é à Comunidade Quilombola Marobá dos Teixeiras, em Almenara (Vale do Jequitinhonha), para verificar a situação e as investigações do atentado contra a família de dirigente da comunidade, crime que teria ocorrido em 24 de março último.

Debate público – Além de audiência sobre o assunto, a comissão aprovou, ainda, requerimento da deputada Marília Campos para a realização de debate público para discutir a PEC 287/16.

Consulte o resultado da reunião.


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