O Procon Assembleia coletou os preços de 59 produtos em 39 sacolões da Capital - Arquivo/ALMG

Alta de preços nos sacolões chega a 5,51% em fevereiro

Procon Assembleia pesquisou também os preços da carne nos açougues de Belo Horizonte.

19/02/2016 - 15:17

Entre janeiro e fevereiro deste ano, os preços nos sacolões de Belo Horizonte subiram em média 5,51%. É o que mostra uma pesquisa do Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizada entre os dias 15 e 16/2/16. O órgão coletou os preços de 59 produtos em 39 estabelecimentos da Capital.

Consulte a pesquisa completa de preços de sacolões.

Por grupos de alimentos, as verduras apresentaram os maiores reajustes. Em média, elas ficaram 7,72% mais caras, com destaque para a alface e a acelga, que subiram entre 12,97% e 14,24%. A alta dos legumes chegou a 5,82%, sendo que o pimentão verde alcançou 91,03% de aumento. A cenoura também registrou um reajuste significativo, com 40,78%. Em contrapartida, o quiabo e o tomate ficaram cerca de 29% mais baratos.

Entre as frutas, que encareceram em média 4,76%, os maiores destaques de alta ficaram por conta da manga tommy (32,02%) e do mamão Havaí (20,67%). Por outro lado, o abacate (-14,67%) e a mexerica poncan (-12,60%) puxaram o índice para baixo.

Outro item que tem o preço acompanhado pelo Procon Assembleia é o ovo branco. A dúzia desse produto nos sacolões de Belo Horizonte aumentou 15,25% entre fevereiro e janeiro.

Açougues – Entre os dias 15 e 17 e fevereiro, os pesquisadores do Procon Assembleia coletaram os preços de 37 cortes de carnes em 39 açougues e constataram uma estabilidade em relação ao mês anterior. A alta foi de 0,05%, sendo que os cortes bovinos encareceram em média 1,02%, enquanto que os suínos ficaram 2,37% mais baratos e os de frango, 0,54% mais em conta.

Consulte a pesquisa completa de preços de açougues.

Nesse levantamento, os produtos que mais subiram foram a costela bovina com osso (4,53%), o músculo bovino dianteiro (3,32%) e o lagarto (3,12%). Já as maiores quedas de preços ocorreram no pernil suíno (entre -5,68% e -6,68%). No caso das aves, houve reduções significativas nos cortes coxa e sobrecoxa (entre -2,17% e -4,90%).