Frente defende recursos para a prevenção do câncer feminino

Deputados da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde, da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, têm uma audiência marc...

19/11/2003 - 20:34
 

Frente defende recursos para a prevenção do câncer feminino

Deputados da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde, da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, têm uma audiência marcada para quinta-feira (20/11/2003), de manhã, com o secretário de Governo Danilo de Castro, com o objetivo de apresentar as propostas do grupo para modificações no Orçamento do Estado para 2004. Os deputados vão defender que seja dada prioridade para o combate e prevenção do câncer feminino. Na terça-feira (18), deputados da Frente se encontraram com o secretário de Planejamento e Gestão, Antônio Anastasia, quando foi comunicado a ele que, na visita a Brasília, ficou confirmado que serão retirados do Orçamento da União gastos com o financiamento do programa Fome Zero e com saneamento básico, que haviam sido incluídos na rubrica da saúde.

Segundo o coordenador da Frente, deputado Fahim Sawan (PSDB), além dele, os deputados Carlos Pimenta (PDT), Neider Moreira (PPS) e a deputada Ana Maria Resende (PSDB) estarão com Danilo de Castro para comunicar oficialmente a apresentação de uma emenda ao projeto do Orçamento de 2004, que tramita na Assembléia, retirando da saúde os gastos considerados "estranhos", segundo Sawan, como os destinados ao programa "Minas sem Fome" e ao pagamento do juros da dívida. Com isso, cerca de R$ 75 milhões poderiam ser efetivamente destinados a investimentos em saúde. "Vamos pedir especial atenção do Governo para que três áreas que consideramos prioritárias recebam investimentos: prevenção do câncer feminino; socorro a hospitais de médio porte, com o aporte de recursos para o "Pró-Hosp"; e aos hospitais universitários", destacou o deputado.

Fahim Sawan detalhou as ações que a Frente da Saúde vai defender que sejam atendidas por meio da emenda ao Orçamento: aquisição de mamógrafos para as 15 cidades macropólo-regionais em saúde, ao custo unitário de R$ 200 mil cada aparelho; e aquisição de um aparelho para cada município do Estado para fazer cirurgia de colo de útero em ambulatório, sem necessidade de internação. Cada equipamento custa R$ 5 mil.

 

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