Direitos Humanos tenta em Montes Claros esclarecer morte de jornalista

Com o objetivo de esclarecer os assassinatos ocorridos em Montes Claros do jornalista Rosalvo Bastos, de sua namorada...

29/11/2002 - 17:27
 

Direitos Humanos tenta em Montes Claros esclarecer morte de jornalista

Com o objetivo de esclarecer os assassinatos ocorridos em Montes Claros do jornalista Rosalvo Bastos, de sua namorada Daniela e do bailarino Igor Lacerda Xavier, a Comissão de Direitos Humanos vai ouvir convidados em Montes Claros, na próxima segunda-feira (2/12/2002). A reunião em Montes Claros acontece às 14 horas, no auditório da Câmara Municipal de Montes Claros (avenida Dr. João Luiz de Almeida - Centro). Outra audiência pública acontecerá na reunião ordinária da quarta-feira (04/12/2002), em Belo Horizonte.

Foram convidados para participar do encontro em Montes Claros representantes sindicais, do Poder Judiciário e da polícia locais, além de familiares e amigos das vítimas: Frederico do Espírito Santo Araújo, juiz da 2ª Vara Criminal; Paulo César Freitas, promotor de Justiça; Manoel Messias Oliveira, delegado de Polícia; Aloísio Lopes, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais; Marlene Gomes Lacerda Xavier, mãe do artista Igor Xavier e João Batista de Almeida Costa, professor.

Já na reunião ordinária da próxima quarta-feira, às 9h30, será debatida a implantação de uma casa de albergado, onde antes funcionava a Escola Estadual José Oswaldo de Araújo, no Bairro Engenho Nogueira, em Belo Horizonte. Foram convidados para a reunião no Auditório da Assembléia Legislativa, secretários estaduais e municipais das áreas relacionadas, além de autoridades judiciárias.

Estão previstos os seguintes depoimentos: dos titulares das secretarias estaduais de Justiça e Direitos Humanos, Ângela Maria Prata Pace, e de Educação, Murílio Hingel; dos titulares das secretarias municipais de Coordenação e Gestão Regional de Belo Horizonte, Carlos Henrique Cardoso Medeiros, e de Coordenação e Gestão Regional Pampulha, Maria Cristina Rodrigues e do juiz da Vara de Execuções Penais de Belo Horizonte, Herbert José de Almeida Carneiro.

 

 

 

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