Diretores explicam impacto das medidas de racionamento

O diretor-geral da Assembléia, João Franco; o secretário-geral da Mesa, Eduardo Moreira; e os demais diretores da Cas...

05/06/2001 - 11:01

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Diretores explicam impacto das medidas de racionamento

O diretor-geral da Assembléia, João Franco; o secretário-geral da Mesa, Eduardo Moreira; e os demais diretores da Casa se reuniram, na manhã desta segunda-feira (4/6/2001), com os gerentes-gerais e coordenadores para discutirem o impacto das medidas de racionalização de energia elétrica determinadas pela Mesa. Segundo o diretor-geral, a mudança do horário-núcleo de 8 horas às 20 horas para de 7h30 às 17h30 é válida para todos os setores, ficando cada área responsável por definir, junto ao seu diretor, quais servidores poderão executar tarefas fora deste horário, em casos excepcionais.

A diretora de Administração e Recursos Humanos, Neusa Pampolini, afirmou que o envolvimento de cada gerente-geral, coordenador e gerente operacional é muito importante para a execução das medidas. "Todos são agentes de comunicação dentro de seus setores", disse. Pampolini e João Franco ainda destacaram ser muito importante que haja uma uniformidade de tratamento, pelos diversos setores da Casa, na definição dos servidores que trabalharão fora do horário-núcleo, para que não sejam criadas insatisfações que dificultem a implementação das medidas. Outro aspecto debatido foi o cumprimento da jornada por estagiários do turno da tarde, já que muitos somente chegam à Assembléia depois das 12 horas. Para esses casos, a diretoria vai analisar possíveis alternativas.

Já o gerente-geral de Apoio Administrativo, Cristiano Félix dos Santos, apresentou as principais medidas do plano de racionalização do consumo de energia elétrica. Segundo ele, dois elevadores do Edifício Tiradentes não funcionarão, sendo que uma equipe da GAD acompanhará a implementação das medidas para verificar seu impacto e possíveis adequações.

Durante a reunião, o diretor-geral João Franco ainda falou sobre a necessidade de o corpo gerencial da Casa atuar para que seja desenvolvido trabalho de adequação de servidores aos diversos setores da Assembléia. Será necessário definir o perfil de cada servidor e apurar as possíveis disponibilidades de pessoal para, em seguida, serem feitas adequações funcionais. Ele também salientou que, nos próximos dias, serão definidas as designações dos gerentes operacionais e assessores.

Objetivos - As medidas de racionamento do consumo de energia elétrica estão em vigor desde a última sexta-feira (1º/6/2001). O objetivo da administração da Assembléia é o de reduzir o consumo em 20%, devendo, para isso, ser implementadas medidas que vão desde reformas na rede elétrica e no sistema de refrigeração do ar, até a adequação da agenda de atividades do Legislativo mineiro.

Dentre as medidas adotadas para a redução de consumo de energia, além da mudança do horário do expediente, estão a redução da iluminação nas áreas comuns dos prédios da Alemg; redução das horas de funcionamento do sistema central de ar condicionado; controle do funcionamento dos elevadores; redução do número de eventos programados para os horários noturnos e adoção de campanha interna de conscientização do servidor para o uso racional da energia.

Além das medidas de racionalização do consumo de energia, a Comissão Interna Especial apresentou à Mesa outras iniciativas da Administração da Assembléia que estão sendo adotadas para garantir uma redução do custo da energia fornecida pela concessionária do Estado. Já está em fase final o processo de contratação de uma empresa especializada para a elaboração de um estudo técnico traçando o perfil de consumidor da instituição para, posteriormente, permitir a revisão do contrato da Assembléia mantido com a Cemig para o fornecimento de energia.

Também estão sendo feitas gestões junto à Cemig para atualização dos níveis de demanda da Assembléia, definidos no contrato com a concessionária, para permitir uma revisão do cálculo das tarifas, fixando-as em valores mais adequados. Isso é necessário porque, atualmente, a demanda real da Assembléia é maior que a contratada e, sobre esse excedente, são cobradas tarifas bastante superiores. Está sendo solicitada também a contratação de uma empresa especializada para fazer o redimensionamento do banco de capacitores da subestação do Palácio da Inconfidência, para correção do fator de potência, evitando assim a cobrança de multas nas faturas.

 

 

 

 

 

 

 

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