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Proposta de Emenda à Constituição Nº 21/2015

340 a favor9 contra
Inicio das opiniões: 11/03/2015

Participações encerradas.

Clayton Ramos Pereira
Não votou
Santa Luzia/MG04/05/2017 às 09:53
Sou a favor da ideia, mas contra a exigência de curso superior de Direito. Todos os cursos superiores deveriam valer igualmente.
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Alisson
12/10/2015 às 11:56
Comentário removido pelo autor.
Matos
A favor
Ninheira/MG25/08/2015 às 22:17
Com certeza a sociedade só tem a ganhar,pois,será uma grande honra para todo praça poder decidir quando fazer o curso para oficial, uma vez que já tem experiência como é a carreira militar.
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Gilmar Garcia Fernandes
A favor
Mutum/MG12/08/2015 às 07:34
Oficiais com experiência de rua, ao meu ver é muito importante para própria sociedade, entretanto deveria ser reduzido o limite de idade para ingresso 15 anos de serviço no máximo, sob pena de não termos oficiais superiores alongo prazo.
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Josimar Acácio da Silva
Não votou
Paraisópolis/MG11/08/2015 às 12:55
Grande proposta de emenda pelo nobres parlamentares, acredito que tal alteração irá trazer benefícios e valorização a toda classe, assim como em todas instituições privadas e públicas de sucesso o seus gestores necessitam te experiência prática da atividade para um sucesso para a atividade e saber das necessidades daqueles que executam a atividade.
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Roberto
Contra
Contagem/MG10/08/2015 às 20:18
Com todo respeito, acho que na verdade deveriam considerar outros pontos, um período menor para promoções a classe, ainda mais para praças um salário mais sólido, mas como não e o assunto proposto da PEC, em relação a tentar o concurso só quem seja formado em Direito ao meu ver acho que poderia estender a demais graduações até mesmo para aproveitar demais militares formados em ns cursos.
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Edson Antonio Martins
A favor
Itabira/MG10/08/2015 às 16:24
O militar terá mais condições se conhecer toda a sua instituição, conhecer as verdadeiras dificuldades dos Subdestacamentos o que nao acontece atualmente.
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Geraldo Barbosa Fortes Neto
10/08/2015 às 12:40
Comentário removido pelo autor.
Fabrício
A favor
Pará de Minas/MG10/08/2015 às 10:43
Reconhecimento para base da instituição, ainda bagagem para os futuros oficiais, seram comandados depois comandantes.
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Alberth Souza Amorim
A favor
Uberlândia/MG10/08/2015 às 10:27
Uma grande valorização daqueles que são o alicerce da instituição.
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Rodrigo César de Moraes
Contra
Formiga/MG10/08/2015 às 10:10
Atualmente, cerca de 60 a 70 por cento dos oficiais que formam no CFO já eram militares antes. Além disso, para quem já é militar, se nao quer participar de um concurso com ampla concorrência, tem a possibilidade de fazer dois concursos internos, o CFS e o CHO. Acredito que esta alteração não vai trazer tantos benefícios para a PMMG e a população e, na prática, vai inviabilizar que profissionais qualificados e que já possuem experiência em outros órgãos públicos ou privados entrem para a PMMG e tragam essa experiência diferenciada para a instituição, hoje o CFO tem atraído investigadores, escrivãos, militares do bombeiro e profissionais de outras instituições que podem contribuir com experiências diferenciadas para a corporação. Outros reflexos negativos que essa PEC pode trazer a curto prazo é a elevação de 30 para 35 anos de serviço efetivo, revogação da possibilidade de averbação de tempo fora etc, para que os militares possam percorrer todas as graduações e postos na polícia. Polícia civil, polícia federal, tribunal de justiça, ministério público, defensoria pública, DER, e quase todas as instituições possuem duas ou mais portas de entrada, a fim de agregar profissionais de diferentes perfis para seus quadros. Outra possível repercussão dessa PEC é inviabilizar, a médio prazo, a carreira jurídica do CFO (que hoje funciona como argumento para aumentos para a PMMG). Acabar com a carreira juríidica seria um prato cheio para aumento diferenciado para PC e PM, pois hoje, os requisitos para Sd e para Investigador são os mesmos (curso superior) e eles possuem o mesmo salário base; os requisitos para CFO e Delegado de Polícia também são os mesmos e o delegado já entra ganhando o salário base que o oficial só vai conseguir quando for primeiro tenente. Outra consequência da extinção da carreira jurídica seria a inviabilização do ciclo completo. Acredito que militar que tem competência, faz o concurso do CFO de ampla concorrência e é aprovado (repito, a grande maioria dos oficiais que estão formando no CFO já eram militares antes, o número de civis é relativamente pequeno, mas tem ingressado policiais capacitados e vocacionados), o que pode ser verificado nas últimas turmas formadas. Penso que seria muito melhor abrir o CHO para Sds, Cbs e Sgts que tenham curso de direito e igualar a promoção do oficial CHO à do oficial CFO, essa medida reforçaria a carreira jurídica, daria mais oportunidade para os militares crescerem e, de quebra, fortaleceria as discussões salariais e sobre o ciclo completo.
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Breno Cesar
A favor
Belo Horizonte/MG10/08/2015 às 09:18
Seria um marco na história de nossas gloriosas corporações. Além da valorização profissional, esse emenda iria instantaneamente acabar com um "apartheid" que exista nas carreiras de praças e oficiais. Seria motivo de muita honra para a tropa saber que seu comandante um dia esteve dirigindo uma viatura na rua e passou todas as dificuldades que o policial e o bombeiro militar passam. Com certeza esse comandante não iria medir esforços para apoiar e buscar as melhores condições de trabalho para sua tropa nas mais diversas atividades, uma vez que ele conhece a fundo a realidade. Além disso, seria uma valorização profissional inquestionável o militar saber que poderá sempre almejar de forma justa uma ascensão na carreira. Se aprovada, a carreira única será uma revolução nas nossas instituições.
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Normandio Leone da Silva
A favor
Belo Horizonte/MG10/08/2015 às 08:58
é a evolução da PMMG, não existe qualquer justificativa aceitável para existência de duas carreiras em uma força policial, qualquer que seja sua natureza, civil ou militarizada.
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Carlos Ricardo da Cunha Vilela
A favor
Pedra Azul/MG10/08/2015 às 08:04
Constantemente vemos oficiais recém formados, cheios de teorias e ao chegar para trabalhar, sentem o choque da realidade, teoria X prática, e a insegurança causada os põe nas mãos de policiais subordinados mais experientes, quando esse policial é bem intencionado o ajuda a adquiri experiência, mas ao contrário o usa para perseguir desafetos e obter vantagens no serviço.
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Timoteo Tharley Mendes Lopes
A favor
Perdizes/MG09/08/2015 às 19:08
O oficial seria muito mais consciente das dificuldades e dos desafios da profissão policial, seria uma reviravolta no jeito de se fazer policia. Sou a favor!
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Rodolfo de Oliveira Casquilha
A favor
Itaúna/MG09/08/2015 às 17:49
O conhecimento amplo da atividade a ser desenvolvida é pressuposto básico para a atividade de coordenação, ao saber como se dá a execução da atividade fim, o oficial terá mais conhecimento das fragilidades e daquilo que funciona ou não na atividade de segurança pública, além da enorme economia com treinamento, o militar em processo de formação para o oficialato, já teria conhecimento de tiro policial, defesa pessoal, ordem unida e tantos outros conteúdos que poderiam ser substituídos por outros, vez que bastaria uma revisão dos conhecimentos já adquiridos, acredito nas vantagens da proposta.
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Rey das Torres
A favor
Araxá/MG09/08/2015 às 12:52
Essa proposição se aprovada, vai revolucionar a policia no brasil e como sempre, iniciando por Minas Gerais.
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Hyago
A favor
Santo Antônio do Jacinto/MG09/08/2015 às 09:06
Deus abençoe que dê tudo certo para o projeto ser aprovado, em nome de Jesus :]
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Alexandre Morais Viana
A favor
Ipatinga/MG08/08/2015 às 23:21
Eu acredito.
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Anne
A favor
Ribeirão das Neves/MG08/08/2015 às 20:07
Vai seu uma batalha boa e eu acredito no Cb Júlio!
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