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Projeto de Lei Nº 5713/2026

39 a favor0 contra
Inicio das opiniões: 26/05/2026

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Bruna Viana
A favor
Belo Horizonte/MG17/06/2026 às 13:15
Manifesto meu apoio total ao Projeto de Lei n° 5.713/2026, reconhecendo o Ilê Ase Dan Ladeji como relevante interesse cultural do Estado de Minas Gerais.
Raissa
A favor
Belo Horizonte/MG17/06/2026 às 12:37
Manifesto meu total apoio ao Projeto de Lei nº 5.713/2026, que reconhece o Ilê Ase Dán Ládéjí como de relevante interesse cultural do Estado de Minas Gerais. O Ase Dán Ládéjí entrou em minha vida quando eu ainda era criança, pude acompanhar dês de o início cada etapa, cada evolução ,cada melhoria feita e também vi diversas vidas sendo transformadas pelo poder da fé e da devoção pelos orixás dentro do Ase!
Alice
A favor
Belo Horizonte/MG17/06/2026 às 12:19
Sou completamente a favor, e entendo a enorme necessidade do reconhecimento do patrimônio cultural imaterial que essa casa carrega. Desde antes de sua fundação oficial, essa comunidade do Ile Ase Dan Ladeji já se fundava nos ensinamentos e vivências da ancestralidade negra, de pessoas que resistiram e seguem lutando pela dignidade, respeito, e bem viver, para todas as pessoas. Nessa casa, fui recebida de braços abertas, sou cuidada e sou parte dessa família graças às enormes raízes que a ancestralidade permitiu se fortalecerem ao longo dos anos. Com pessoas profundamente responsáveis com a espiritualidade e com a comunidade, á frente do terreiro, o Ile Ase Dan Ladeji segue criando pessoas com amor e dedicação. Todas as pessoas são bem vindas, bem tratadas e cuidadas lá, independente de condição social e financeira. Os projetos realizados contribuem para a formação de uma sociedade mais digna e justa.
Raissa
17/06/2026 às 12:18
Comentário removido pelo autor.
Raissa
17/06/2026 às 12:17
Comentário removido pelo autor.
Raissa
17/06/2026 às 12:17
Comentário removido pelo autor.
ALEX
17/06/2026 às 12:15
Comentário removido pelo autor.
Patrícia Silva de Oliveira
A favor
Belo Horizonte/MG17/06/2026 às 09:37
Sou totalmente a favor , esse axé, essa comunidade mudou a minha vida e a vida da minha família que também faz parte desse axé , que me acolheu e que se fez e faz presente em todos os momentos da minha vida , a nossa casa de cadomble e o nosso babalorixá merece todo apoio e reconhecimento sócio cultural .
LEANDRO dofono de ayra
A favor
Belo Horizonte/MG17/06/2026 às 08:43
Eu só a favor ,pq e importante manter as nossas tradição de matriz África e a nossa cultura afro brasileira, é tbm e importante manter nossa ancestralidades
Sávio
A favor
Belo Horizonte/MG17/06/2026 às 07:48
Sempre fui muito bem recebido e acolhido por essa casa e comunidade sagrada, e assim também vi sendo feito com todas as pessoas que por lá chegaram e passaram, sendo sempre bem tratadas com respeito e atenção.
Sávio
A favor
Belo Horizonte/MG17/06/2026 às 07:45
Apoio totalmente o Projeto de Lei n° 5.713/2026, reconhecendo o Ilê Ase Dan Ladeji como de relevante interesse cultural do Estado de Minas Gerais.
Fernanda
Não votou
Belo Horizonte/MG16/06/2026 às 21:56
Manifesto meu total apoio ao Projeto de Lei nº 5.713/2026, que reconhece o Ilê Ase Dán Ládéjí como de relevante interesse cultural do Estado de Minas Gerais. Frequento o Ile Ase Dan Ladeji há 4 anos e desde o primeiro momento fui bem recebida. A casa é um movimento cultural religioso importantíssimo de raízes africanas, onde perpetua o conhecimento amplo de diversos aspectos. É um local de resistência, acolhimento e aprendizagem. Por meio do Babalorisa Wagner, conseguimos cultuar nossa religião e ancestralidade. Além disso, é um lugar de cura. No ilê temos tudo que precisamos materialmente e espiritualmente, nos fortalecendo e possibilitando a cura de nós mesmos e de várias pessoas A casa é equipada com banheiros, cozinha, colchões, todos os utensilios que precisamos para passar o dia bem. Sempre bem alimentados e felizes.
PAULO AFONSO
A favor
Bocaiúva/MG16/06/2026 às 20:00
A favor da PL 5713/2026 que reconhece a importância do Ilê Axé Dán Ládéjí como epicentro cultural religioso não só para o município de Esmeraldas/MG, mas, também, com reflexos em todo o Estado de Minas Gerais e nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, entre outros onde faz parte da raíz de Religiões de Matriz Africana, e sua performance afrodiaspórica em relação aos saberes tradicionais da ancestralidade africana.
Cassandra
A favor
Betim/MG16/06/2026 às 16:15
Manifesto meu total apoio ao Projeto de Lei nº 5.713/2026, que reconhece o Ilê Axé Dán Ládéjí como de relevante interesse cultural do Estado de Minas Gerais. O Ilê Axé Dán Ládéjí surgiu em minha vida em um momento aonde os fios que precisavam serem encaixados nos lugares corretos , e pelo decorrer da vida, alguns foram ficando desconectados, foi aí q o Ilê fez total diferença na minha vida, regido pelo babalorixá Wagner , carrego comigo enorme extensa gratidão pois sua fé juntamente com a sua ancestralidade colocou cada fio em seus devidos lugares, a importância do ilê vai além de uma casa que cultua orixá, é um local que acolhe pessoas e as trata com respeito fazendo prevalecer a sua identidade para que vc possa se sentir confortável, sem preconceito, uma casa que cura, que alimenta, que sustenta e serve de alento para muitas almas.
Cassiano
A favor
Belo Horizonte/MG16/06/2026 às 16:09
Meu apoio total por essa comunidade que é o ile ase dan ladeji aonde eu nasci cresci e me fortalece a cada dia!! Ser de ase é sempre mais difícil para nós, mais nada será impossível para quem é de ase!! Juntos nos somos mais forte..
Emanuele
A favor
Belo Horizonte/MG16/06/2026 às 15:02
Manifesto meu total apoio ao Projeto de Lei nº 5.713/2026, que reconhece o Ilê Ase Dán Ládéjí como de relevante interesse cultural do Estado de Minas Gerais. Meu apoio não é apenas pelo valor cultural e histórico que o Ilê representa, mas também pela importância que ele tem na vida de tantas pessoas, inclusive na minha. O Ilê Asé Dán Ládéjí é um lugar que considero minha casa. É um espaço onde encontrei acolhimento, respeito, ensinamentos e pessoas que hoje considero minha família. Ali aprendi o valor da união, da ancestralidade, do respeito ao próximo e da preservação das nossas tradições. O terreiro não é apenas um local de prática religiosa; é um ambiente de convivência, aprendizado, apoio mútuo e fortalecimento humano. Em momentos difíceis e em momentos de alegria, sempre encontrei portas abertas, escuta, orientação e carinho. O trabalho realizado pelo Ilê Asé Dán Ládéjí ao longo dos anos merece ser reconhecido e valorizado. Além de preservar a cultura afro-brasileira e os saberes ancestrais, o Ilê promove inclusão, combate o preconceito e fortalece a identidade de inúmeras pessoas que encontram naquele espaço um verdadeiro lar. Reconhecer oficialmente essa instituição é reconhecer a importância das comunidades tradicionais de matriz africana para a cultura mineira e brasileira. É também uma forma de demonstrar respeito à diversidade religiosa e de combater a intolerância que ainda afeta tantos terreiros em nosso país. Por tudo o que representa para mim, para minha família de santo e para a comunidade, apoio com orgulho e gratidão a aprovação deste projeto. O Ilê Ase Dán Ládéjí merece esse reconhecimento por sua história, sua contribuição cultural e pelo amor que dedica diariamente às pessoas que acolhe.
Weslaine
A favor
Belo Horizonte/MG16/06/2026 às 14:52
Opinar a favor deste projeto de lei não é apenas uma escolha política; é uma obrigação moral, um ato de justiça e um posicionamento firme contra o apagamento histórico da cultura negra em Minas Gerais. Quando discutimos a permanência do Ilê Asè Dan Ladeji no município de Esmeraldas, não estamos tratando de uma mera disputa imobiliária ou de uma burocracia técnica sobre o uso do solo. Estamos falando do direito à existência de um povo, da proteção de uma ancestralidade que sobreviveu à escravidão e que continua a resistir ao racismo estrutural que se disfarça sob a forma de desenvolvimento urbano. O Candomblé possui uma relação com a terra que é única e indissociável de sua liturgia. Para as religiões de matriz africana, o território é sagrado; o Axé se planta e se cultiva no chão, nas folhas, nas águas e no tempo. Desapropriar um terreiro, portanto, é um ato de violência institucional que equivale a demolir uma catedral ou uma igreja de valor histórico. É arrancar uma comunidade, cuja qual eu participo, de suas raízes espirituais e sociais, gerando um desenraizamento cultural imperdoável. A Constituição Federal é categórica ao garantir a proteção aos locais de culto e suas liturgias, e esta Casa Legislativa não pode se omitir ou ser cúmplice de uma rasteira burocrática que resulte em racismo religioso. Historicamente, os espaços de matriz africana foram empurrados para as periferias e para as zonas rurais, perseguidos pela polícia e marginalizados pelo próprio Estado. Hoje, quando o poder público ameaça remover esse Ilê Asè de seu território tradicional, perpetua-se esse ciclo histórico de exclusão. Reconhecer a relevância do interesse cultural deste terreiro pelo Estado de Minas Gerais é um mecanismo urgente de reparação. Significa validar a função social de acolhimento e solidariedade que o terreiro exerce em Esmeraldas, onde frequentemente atua suprindo as ausências do próprio Estado no cuidado com a comunidade. Aprovar este projeto de lei é entender que a identidade mineira não é homogênea e que o patrimônio de um estado também é feito de memória viva, de tradição oral e de fé de matriz africana. Meu voto favorável é um compromisso com a laicidade do Estado, com a pluralidade cultural e com a dignidade humana. Preservar este Ilê Asè, que é nossa família, é declarar que a história, a fé e a vida do povo negro importam.
Jenny
A favor
Belo Horizonte/MG16/06/2026 às 14:31
O ilê asé Dan Ladeji é o meu porto seguro e o espaço onde encontrei minha verdadeira família espiritual. Me acolheu sem julgamentos, fortalece minha identidade e me ensina o real significado de união e respeito mútuo... Sua importância está na preservação da nossa história e na conexão viva com a nossa ancestralidade. É um espaço sagrado que mantém viva a cultura afro-brasileira, resistindo ao tempo e nos lembrando diariamente de onde viemos e quem somos. Nossa casa é um polo de apoio comunitário, solidariedade e partilha, que estende a mão a quem precisa, alimenta o corpo e a alma da comunidade, e atua como um farol de resistência e amor ao próximo.
Jenny
16/06/2026 às 14:28
Comentário removido pelo autor.
Michael
A favor
Belo Horizonte/MG16/06/2026 às 14:27
É importante pq nós ajuda a manter as tradições de nossa religião que é afro brasileira

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