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Audiência pública
Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia

Participações encerradas.

Moderador
16/04/2026 às 15:20
Fim da reunião. Vocês ainda têm 5 minutos para finalizar as mensagens. Todas as perguntas e comentários permanecerão disponíveis neste ambiente para consulta. A íntegra da transmissão estará disponível imediatamente após o fim da reunião. Agradecemos a participação de todos(as)!
Leandro Morais
Divinópolis/MG16/04/2026 às 15:12
Sobre o retorno do Ensino Fundamental nos CESECs, ainda não recebemos as orientações importantes para o funcionamento (cumprimento de carga horária, materiais, atendimento), temos muitas dúvidas. O público está procurando as unidades para retomar os estudos, mas sem orientação fica muito difícil. Parece que a preocupação está apenas em enxugar o quadro das unidades.
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Moderador
16/04/2026 às 14:21

A reunião voltou a ser transmitida normalmente.

Moderador
16/04/2026 às 13:17

A reunião está suspensa temporariamente e voltará a ser transmitida em breve. Perguntas e comentários podem ser enviados enquanto isso.

Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 13:12
Agradeço a oportunidade que a deputada nos dá de debater a educação,hoje a audiência pública,trouxe diversos segmentos para monitorar as metas PEE, mostrando as falhas, que possamos avançar e o Estado possa cumprir seu papel.
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Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 12:33
A fala da Talita em relação ao abandono,dos nossos jovens é uma realidade em regiões mais vulneráveis, caso do Vale do Jequitinhonha,onde jovens que deveriam estar no Ensino Médio, estão na panha do café, quando chega o meses de abril a setembro as salas de aula se esvaziam. Enquanto as escolas / SEE não dialogarem com a realidade dos nossos jovens, infelizmente as metas serão apenas lindas no papel,e uma realidade cruel aos estudantes.
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Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 12:15
Analise sendo cirúrgica em sua fala. Quebrou as pernas do governo, não tem como negar que o Estado tem falhado nas metas.
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José Lucas Alves Marinho
Curvelo/MG16/04/2026 às 12:09
Jantou o governo. É impressionante o poder de sintese da Analise.
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Elaine
Uberaba/MG16/04/2026 às 12:09
SERÁ QUE FICA TÃO CARO MANTER OS EJA PARA FAZER ESCOLA POLOS FECHAR OS CESEC FUNDAMENTAL DEVERIA DAR OPORTUNIDADES A TODOS ESSA BUSCA ATIVA TA MAIS EXCLUINDO .
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José Lucas Alves Marinho
Curvelo/MG16/04/2026 às 11:56
E o Governo não ajuda os CESECs, mas quando tiver a proxima audiência vamos repetir o problemas e trazer os novos, que justamente poderia ser uma solução para parte desse publico. E se não fosse a luta nem fundamental 2 teriamos.
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Elaine
Uberaba/MG16/04/2026 às 11:55
BOM DIA O QUE VEMOS MUITA DAS VEZES SAO SALAS LOTADAS EM ALGUNS LUGARES E OUTROS FECHANDO SALAS EM QUALQUER ÉPOCA DO ANO NÃO IMPORTANDO COM QUALIDADE , COM ALUNO TENDO DE SE ADAPTAR E PROFESSOR FICA DESEMPREGADO, FORA CARGA HORÁRIA A DISTÂNCIA DO ENSINO NOTURNO QUE VAI AI CONTRÁRIO DAS DECISÕES DO MEC .
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José Lucas Alves Marinho
16/04/2026 às 11:51
Comentário removido pelo autor.
José Lucas Alves Marinho
Curvelo/MG16/04/2026 às 11:47
Pior são os municipios e SREs que não tiveram a hombreidade de fazer a parte deles.
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Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 11:31
Trabalho em uma escola,que oferta cursos técnicos, sem estrutura pedagógica e equipamentos. Um abando por parte da SEE, sem acompanhamento nenhum por parte da SRE. Fala se em investimento,como se de fato estivesse tendo,mas a realidade é bem outra. Vejo professores, se virando nos 30, para dar conta e tornar o curso atrativo para os estudantes e não ter abandono. É desmotivador.
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Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 11:22
Ela não falou do fracasso que vem sendo o Ensino Médio de Tempo Integral, apresentado pela SEE,como solução,mas que na prática, não tem atendido a todos. Porque esse modelo desconsidera a realidade de grande parte dos nossos estudantes,jovens que precisam trabalhar,ajudar suas famílias e que não conseguem permanecer o dia todo na escola E o que deveria ser política de inclusão acaba se tornando, na prática,um mecanismo de exclusão silenciosa. Sem políticas efetivas de permanência, estamos selecionando quem pode ficar e deixando pra trás justamente quem mais precisa da escola pública. Acredito que o governo de MG repense como o ensino médio vem sendo conduzido, porque ampliar sem estruturar e reformar sem garantir condições não resolve ,ao contrário aprofunda o problema. Ou se cria condições reais de permanência,com investimentos, assistência estudantil e valorização dos trabalhadores,ou continuaremos assistindo a evasão dos nossos jovens sendo tratada como algo natural,e não é. O que está em jogo aqui não é apenas o cumprimento de uma meta,e o direito a educação e o futuro de uma geração inteira.
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Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 11:11
Tirando o JEMG, nada mais é ofertado e atrativo aos estudantes. Seis aulas, nada atrativas, massante, professores sendo afastados por licença saúde,e que comprometem a carga horária,por não encontrar mais ninguém querendo entrar em sala de aula devido a desvalorização,o que consequentemente,reflete no desinteresse dos estudantes e abandono dos mesmos. Daí um dos motivos dos índices de evasão e abandono.
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Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 11:05
O que podemos notar então é que toda essa política do Estado, em ampliar tempo, reorganizar currículo, não está enfrentando o principal problema, que é garantir que o estudante permaneça na escola. Falar em universalização se o próprio modelo adotado não contempla a realidade dos nossos jovens.
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Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 11:01
A organização curricular, os chamados itinerários formativos, no discurso e no papel é lindo,trazem ideia de protagonismo,mas na prática, esbarramos na falta de estrutura, profissionais, que por sinal se sentem perdidos ,por não ter suporte pedagógico de como trabalhar tais etinerarios e nem suporte material. E com todo respeito, não podemos chamar de escolhas aquilo que o estudante não tem opção de escolher.
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Maria Eva
Minas Novas/MG16/04/2026 às 10:56
A inclusão do sexto horário amplia o tempo do estudante na escola sem garantir estrutura, apoio ou condições reais de permanência . Ampliar o tempo por si só, não é garantia de permanência.
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Daniel Rodrigo Cesário da Silva
Araxá/MG16/04/2026 às 10:55
O que vemos nas escolas é uma incongruência entre o projeto de uma educação prossionalizante no ensino médio, com a falta de formação adequada aos profissionais em educação que já estão nas escolas e a péssima atratividade de novos quadros de profissionais em educação devido ao sucateamento da educação e a não valorização remuneratória de professores.
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