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Objetivos da rede: aumentar produtividade e competitividade na área rural; aumentar valor agregado da produção agropecuária de Minas; e valorizar produtos e serviços da agricultura familiar, com segurança alimentar, sustentabilidade ambiental e aumento da renda. Lembre-se de informar nº do programa ou ação (ou se está propondo novos) e preencher a justificativa. Acompanhe as políticas de Agropecuária, Transporte e Trânsito, Ciência, Tecnologia e Inovação, Política Fundiária e a temática intersetorial Superação da Pobreza. Participe do curso sobre planejamento e orçamento.

Material de Referência

Contribuições do tema: Desenvolvimento Rural

Mostrando de 1 a 5 de 5 contribuições

Data Ordenar por data Contribuições Positivas Negativas
07/nov
21:26
Por Nauto Martins | EMATER MG | Belo Horizonte/MG Proposta de aumentar o valor orçamentário previsto para o programa 177- Minas Sem Fome, de R$400.000,00(quatrocentos mil reais) para R$2.000.000,00(dois milhões de Reais). Justificativa: - Este o programa tem sido executado a 10 anos , portanto, um programa de ação continuada voltado para o benefício público com excelentes resultados, mas que nos últimos anos teve significativa diminuição dos valores orçamentários aportados. - Nos últimos 10 anos o MSF, beneficiou cerca de 2.300.000 mil famílias*, em 835 diferentes municípios. - Dentre as ações, citamos que cerca de 7.800 famílias em 227 municípios foram beneficiadas com a instalação de tanques de resfriamento de leite, produto da ação 4153, que agrega qualidade e valor ao produto, conforme defesa feita hoje em plenário, pelo Sr. Agmar Pereira Lima, representante dos agricultores quilombolas. - Citamos a capacitação de 1.832 jovens rurais* (ação 4367) em 331 municípios, o que promove sobre tudo, a permanência do jovem no campo, conforme defesa feita hoje em plenário, pela jovem Marilene Faustino, coordenadora estadual de juventude pela FETAEMG. - Citamos ainda o beneficio à 66.957 famílias* em 597 municípios em avicultura(ação 4064); 512.687 famílias* em 808 municípios com lavouras(ação 4074); 1.221.109 famílias* em 816 municípios com hortas domésticas(ação 4154); 123.178 famílias* em 779 municípios com pomares(ação 4228) e 6.907 famílias* em 297 municípios em apicultura(ação 4229). - Enquanto técnico da EMATER MG e atualmente gestor do programa na empresa, posso afirmar que todas as ações sob o escopo do Programa 177- Minas Sem Fome são por demais importantes para o fortalecimento da Agricultura familiar e para a inclusão da população de baixa renda no processo produtivo, pois contribuem para o incentivo da produção de alimentos, a agregação de valor, a geração de renda e a melhoria de suas condições de segurança alimentar e nutricional, impactando positivamente na diminuição do êxodo rural. *Dados com repetição
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06/nov
19:09
Por Luiz Antonio Borges | Nenhuma | Água Boa/MG 1 PROGRAMA NOVO - PROGRAMA DE CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO MINEIRO 2 PROGRAMA NOVO - PROGRAMA ESTADUAL DE APOIO AOS TERRITÓRIOS RURAIS Justificativa: 1 Parte significativa do estado de Minas Gerais é integrante do chamado Polígono da Seca ou Semiárido Mineiro. Um grande contingente humano vive nas áreas urbanas e principalmente no meio rural, onde produzem alimentos para o consumo da própria família e um excedente para comércio na sede urbana. Além disso são grandes guardiões do meio ambiente e responsáveis pela produção e conservação da água. As mudanças climáticas e as intervenções antrópicas tem inviabilizado a produção de alimentos e a manutenção dos recursos hídricos. É necessário e urgente uma preocupação e uma intervenção mais efetiva do governo estadual neste setor enquanto ainda é possível ambientalmente e viável economicamente. É preciso construir uma Política Estadual de Convivência com o Semiárido e implantar um Fórum Estadual de Convivência com o Semiárido. 2 O grande número de municípios do estado de Minas Gerais praticamente inviabiliza o apoio do estado a cada um deles individualmente. O estímulo a agregação e a união pode ser feito através do aporte de recursos grupos de municípios, viabilizando a busca de soluções conjuntas, o planejamento e a gestão coletiva. A política do governo federal promovendo a formação de território rurais e a proposta da futura administração estadual de governar por regiões e com conselhos regionais pode ser reforçada pelo papel dos territórios rurais. A existência e experiência dos território rurais reconhecidos pelo M.D.A./S.D.T. pode ser referência para formação de novos territórios que devem ser também reconhecidos e efetivamente apoiados pelo governo estadual. Acrescenta-se o exercício da priorização de demandas e a prática do orçamento participativo.
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06/nov
15:17
Por Paulo Henrique de Matos Almeida | Associação dos Produtores de Queijo Canastra (APROCAN) | São Roque de Minas/MG Restauração da Ação 4353 com manutenção e/ou ampliação dos recursos e metas financeiras e físicas dessa ação. Por se tratar de cadeia produtiva que envolve milhares de famílias em todo o Estado, e a maioria das mesmas encontra-se em estado de insegurança produtiva, torna-se crucial o fomento e o incentivo à regularização INDIVIDUALIZADA desses produtores e suas propriedades. Pertencendo em sua maioria em classes de micro e pequenas propriedades, os mesmos não tem condições de arcar com os altos custos de manutenção da estruturas coletivas e/ou coletivizadas. Portanto, é fundamental que busque-se metas de inclusão de 1.400 produtores, com meta financeira de R$300.000,00 para o ano de 2015. Justificativa: Como representantes de uma das regiões reconhecidas de produção de Queijo Minas Artesanal, e vivendo a realidade que atinge a todos os produtores do Estado, acreditamos firmemente que é fundamental a inclusão dessa ação (e a sua real execução) para consolidar e fomentar a formalização e inclusão financeira de aproximadamente 800 famílias somente na Serra da Canastra, chegando ao número de milhares ao se analisar todas as regiões do Estado. Dada a importância da cadeia produtiva do queijo minas artesanal na economia do Estado, assim como a situação de insegurança produtiva que a maioria dos produtores se encontra, acreditamos ser vital que pelo menos se mantenha (ou preferencialmente amplie-se) os recursos disponibilizados (e que os mesmos seja efetivamente executados) para o apoio e formalização da cadeia produtiva do Queijo Minas Artesanal.
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04/nov
13:19
Por Fábio Guimaraes da Silva | Capitão Andrade/MG Sugiro a criação de escolas técnicas rurais a fim qualificar os jovens residentes no interior para realização das atividades agrícolas e consequentemente combater o êxodo rural. Justificativa: São muitos os jovens que deixam a casa de seus pais para estudar fora, pois não tem condições de estudar em suas localidades e muitos não acabam voltando para o interior. Este fato aumenta o êxodo rural.
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03/nov
15:10
Por Claudilene Henrique de Souza | Claudilene Henrique de Souza | Nova Módica/MG Desenvolvimento Rural: 1) Gostaria de sugerir que se elaborasse e aprovasse uma Lei de percentual mínimo de aplicação na atividade do meio rural, agricultura e pecuária, assim como já existem percentuais hoje garantidos para a Saúde e a Educação. 2) Ponto estrangulador do setor: Escoamento e comercialização. 3) Problema identificado que precisa ser atacado de imediato: Regularização sanitária, tributária e fiscal. Justificativa: 1)Como a saúde tem o percentual de 15% a ser aplicado; a Educação 25% - Penso que está na hora de se discutir uma Lei específica para as atividades do meio rural. Se observarmos a grande maioria dos municípios de Minas Gerais tem sua principal fonte de economia as atividades rurais, e em Minas Gerais mais especificadamente a Pecuária de Leite, Cafeicultura e a Agricultura Familiar com sua diversidade ( criação de pequenos animais, fruticultura, lavouras, etc... ). Mas em contra partida, o investimento no setor são muito pequenos, e no âmbito municipal é praticamente inexistente. Ou seja o setor que praticamente sustenta a economia dos municípios não tem, em termos de orçamento valor nenhum sendo usado para melhorá-lo, alavancar a economia isto tem sido observado por diversos Governos Municipais que se sucedem. E, se esta lógica não se inverter, em poucos anos tudo isto vai se transformar em um caos. Eu não estou falando de investimento do Proprietário, do agricultor... Estou falando de investimento público no setor, que precisa para garantir a produção, a produtividade e o crescimento do setor. Pois se este se esvaziar e parar de produzir, o País vai sentir, o Estado vai sentir... mas a base ( os municípios ) será os espaço onde os reflexos serão mais enfáticos e desastrosos. 2) Para o Escoamento e Comercialização: Recurso para que os Municípios que seja em sistema de consócio tenham os Equipamentos ( tipo caminhão com refrigeração ) para o transporte de produção aos centros maiores onde tem CEASA. 3) Trabalho conjunto entre Vigilância Sanitária, IMA, Secretaria de Arrecadação Fazendária, EMATER com suporte para legalizar e fiscalização nos ambientes que tem sido usados sem condição nenhuma para transformação, como é o caso de processamento de leite ( fabricação de queijo ) em locais inadequados, processamento de carne ( embutidos e defumados ), processamento de frutas ( doces ), processamento de farináceos ( biscoito de polvilho ) e outras situações.
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