Consulta Pública - Mobilidade Urbana: Construindo Cidades Inteligentes
Consulta Pública - Mobilidade Urbana: Construindo Cidades Inteligentes Esta Consulta Pública tem o objetivo de recolher contribuições sobre todos os temas a serem debatidos no Fórum Técnico "Mobilidade Urbana: Construindo Cidades Inteligentes". Cada tema possui um texto informativo e uma pergunta-chave para nortear a participação. É possível também avaliar outras sugestões já enviadas. Cada participante é responsável pelo conteúdo de sua contribuição, que será publicada na íntegra, observadas as regras estabelecidas nos Termos de Uso e Política de Privacidade. A Consulta Pública fica aberta até o dia 31/07/13. Participe!


Últimas contribuições

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Data Contribuições Temas
17/mai
09:58
Por Elizabeth Ferreira Moreira | Belo Horizonte/MG Voc^s acham justo termos moradores de rua dormindo e fazendo suas necessidades nos passeios de circulação de pessoas?Alem de degradante é contra os princípios de higiene tão exigidos e fiscalizados pela Vigilância Sanitária..Minha sugestão é: Recolher e cadasrtrar um por um ,estudada-los e ver se podem ser aproveitados em algum projeto público como : Pintar paredes e muros pixados em toda a cidade.Setiverem alguma habilidade( pedreiro,faxineiro,motorista,etc) habilita-los a trabalhar e remunera-los condígnamente. caso sejam usuáris de drogas interná-los e tratá-los tentando a recupereção ou devolve-los às suas famílias caso existam,que podem estar à sua procura ,quem sabe? Espero ter contribuido com a minha BH
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Participação e controle social
2 contribuições
17/mai
09:42
Por Elizabeth Ferreira Moreira | Belo Horizonte/MG Minha sugestão é : Pista exclusiva para Motos e Onibus ,separadamente,nas grandes Avenidas e Vias Expressas, oque diminuiria em muito o número de acidentes já que o transito de carros é maior que estes veículos em BH. Diminuiria o número de semáforos aumentando seu espaçamento para que a circulação seja mais rápida. instalaria semáforos temporizados com o tempo em contagem regressiva à mostra.Faria uma seleção melhor de motoristas de coletivos e particulares na hora de liberar a careira de habilitação inclusive com teste ou atestado m´dico de Sanidade mental e equilíbrio psicológico. Espero ter ajudado a melhorar o trâsito na minha cidade.
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Planejamento urbano integrado
58 contribuições
16/mai
23:24
Por Luci Ramos Privat | São Pedro dos Ferros/MG Sempre que se fala em planejamento, a primeira ideia que surge é a de que algo será construído ou organizado. Quando se trata de uma empresa, geralmente é elaborado um plano de ação onde vários pontos são analisados, antes de ela ser constituída, como objetivos, metas e critérios a serem adotados, tendo em vista os resultados esperados. O plano de ação quando é aplicado antes do início das atividades de uma empresa, contribui para o seu sucesso e crescimento. Tudo aquilo que envolve planejamento, tem maiores chances de obtenção de sucesso. Todavia, em se tratando de uma cidade, o plano de ação se transforma em um planejamento urbano, o que torna essa questão muito mais complexa e abrangente, pois constitui-se uma etapa fundamental dentro da área pública ou privada, o que é competência da administração pública. Cabe a ela fomentar e implementar políticas públicas que venham a ser benéficas no que tange a questão de planejamento urbano. Os problemas de mobilidade urbana em cidades do interior têm ocorrido em menor escala, comparando-se a grandes centros urbanos. Em contrapartida nos deparamos com a falta de gestão que acaba resultando em um ambiente sem qualidade de vida para o cidadão. Na cidade de São Pedro dos Ferros esse desequilíbrio tem causado a insatisfação da população que anseia por melhorias tanto nos aspectos socioeconômicos como ambientais. Convivemos diariamente com problemas de mobilidade urbana como: calçadas e ruas esburacadas, terrenos baldios com muito mato, ruas sem calçadas (meio-fio) e sem acesso para deficientes físicos e visuais, prédios públicos em péssimo estado de conservação (escolas, praças, jardins). Há uma necessidade urgente de aplicação das políticas públicas no município, no entanto, existe uma carência de profissionais em muitos setores. Diante desse cenário de abandono em que se encontra a cidade de São Pedro dos Ferros, sugiro que seja tomada alguma medida por parte do Governo para tentar sanar esses problemas de mobilidade urbana. Sugiro ainda a visita da Comissão de Participação Popular da ALMG no município para realizar um levantamento de outros problemas de ordem pública. Portanto, é de fundamental importância que o município estabeleça políticas urbanas capazes de atender as funções sociais da cidade. Tal atitude em relação à política de desenvolvimento urbano, gera aos munícipes, maior qualidade de vida, além de garantir o bem-estar dos mesmos.
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Planejamento urbano integrado
58 contribuições
16/mai
22:46
Por Willian Toledo | Belo Horizonte/MG além da mais que urgente expansão da linha do metrô, também deveria ser expandido o número de linhas de ônibus. com a lei seca, também seria muito interessante aumentar o número de horários dos ônibus no período da noite. são pouquíssimas as linhas que circulam após às 23h. e expandir também o horário do metrô, que encerra suas atividades às 23h
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Transporte coletivo
72 contribuições
16/mai
19:55
Por Fernando Guerra Fernades | Belo Horizonte/MG Sugiro ações de implementação de bicicletas compartilhadas com rastreamento, conforme modelos já consagrados em cidades como Barcelona (Bicing), Paris (Velib) ou, não tão longe, São Paulo (Bike Sampa). Ainda que seja necessária uma parceria com alguma instituição privada, como é o caso do último exemplo, para a compra das bicicletas, o custo é relativamente baixo, se comparado com outras iniciativas como ampliação de vias ou novas alternativas de transporte. Com o modelo compartilhado, o usuário pode desbloquear a bicicleta, faz trajetos mais curtos em um determinado espaço de tempo e deixar o veículo em outra estação. Esse tipo de alternativa, especialmente em integração com outros transportes, pode diminuir o número de carros nas ruas que são usados para deslocamentos de menos de 2km.
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Transporte não motorizado e circulação de pedestres
21 contribuições
16/mai
10:39
Por Isabel Cristina do Nascimento Rodrigues | Belo Horizonte/MG É um absurdo os Parques Municipais em BH não permitirem o acesso a bicicletas por adultos. A norma interpreta que bicicletas podem ser recreação (permite bicicletas infantis, até o aro 14). Mas impede o cidadão consciente, que deseja utilizá-la como meio de transporte, de passar por seu perímetro. O pior exemplo deste é o do Parque Municipal René Gianetti. Na área central da cidade, com acesso a principais avenidas do hipercentro, localiza-se numa área onde a política pública deveria incentivar o abandono dos carros. Apesar de seu espaço vasto e boa estrutura (as vias internas tem uma largura suficiente para separação de vias pedestre/ciclista), um cidadão não pode adentrá-lo ou sequer atravessá-lo sobre a bicileta. Um acesso que permitiria "cortar caminho" para vários pontos do centro, incentivando a circulação na região de bicicleta. A proibição é validada por uma norma decrepta, antiga e arbitrária, que não reflete a contribuição para a mobilidade urbana que poderia oferecer. Parques em capitais do mundo todo, ao contrário, se orgulham de ter circulando em seus espaços a bicileta, assim como os patins (também proibidos) e skates. Enquanto o próprio poder público não admite que esses podem ser meios de transporte incentivados, com a série de benefícios já descritos no texto acima, como poderemos pedir ao cidadão que incorpore essas atitudes na sua rotina?
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Transporte não motorizado e circulação de pedestres
21 contribuições
16/mai
10:31
Por Isabel Cristina do Nascimento Rodrigues | Belo Horizonte/MG Entendo que uma estrutura inclusiva deva permitir o acesso a todos, sem restrição. Isso não é possível com apenas com rampas e acessos exclusivos para cada necessidade especial. Entendo que para a cidade alcançar esse "status" de acessível e inclusiva, todos os locais devem permitir am0plo acesso, pelas mesmas vias, sem separação ou exclusão. Tomo por exemplo a situação dos passeios/calçadas públicos. A existência (quando há) de pequenas rampas de acesso nas esquinas não são suficiente para garantir a qualquer pessoa o fácil trânsito pela calçada. Muitos pensamos que a mobilidade só é reduzida para deficientes, cadeirantes. Porém, se pensarmos nos carrinhos de bebê, nos idosos e bengalas, ou mesmo nos cidadãos temporariamente em uso de muletas e/ou gesso, pessoas com sobrepeso, que tem dificuldade em caminhar, crianças com suas pernas mais curtas... Somando todas essas pequenas parcelas, temos uma parcela realmente significativa de cidadãos que devem ser atendidos em sua mobilidade. Enquanto ligarmos "acessibilidade" apenas a pequenas rampas e elevadores improvisados nos prédios públicos, continuaremos tratando os ambientes como exclusivos. E entendo que para ser uma cidade inclusiva, deveríamos todos caminhar pelas mesmas vias, com a mesma oportunidade.
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Acessibilidade e cidades inclusivas
13 contribuições
15/mai
17:06
Por Marcelo Marinho | Belo Horizonte/MG Primeiramente, reproduzo matéira publicada no jornal Estado de Minas para, ao final, sugerir: Frota de moto dispara na Grande BH Paulo Henrique Lobato - Estado de Minas Publicação: 09/03/2010 07:06 Atualização: 09/03/2010 07:21 Total de motos, que hoje corresponde a 16% dos veículos na região metropolitana, vai ultrapasssar o de carros em menos de duas décadas A quantidade de motos emplacadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte cresce num ritmo tão acelerado que, em no máximo 17 anos, a frota de duas rodas deve igualar a de automóveis. A previsão foi feita pelo engenheiro Paulo Rogério Monteiro, da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, com base na média anual dos veículos vendidos nos últimos três anos. ¿Em 2027, haverá 6,7 milhões de carros e igual número de motos na Grande BH. Na capital, em 2034, serão 7,7 milhões de carros e a mesma quantidade de motos¿, estima. O alerta é importante pois, segundo dados da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), dos 13.124 acidentados que deram entrada no Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII em 2009, 3.052 eram ocupantes de carros, enquanto 6.680 estavam no comando ou na garupa de uma moto. Como a Grande BH tem muito menos motocicletas do que carros, é possível concluir que o trânsito sobre duas rodas faz muito mais vítimas. Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) mostram que o total de carros na região metropolitana corresponde a 68% da frota, enquanto o de motos representa 16%. ¿Mas a quantidade de motocicletas cresce ao ano 15,8%, enquanto a de carros sobe 7,4%. A previsão de que o número de motos e carros será o mesmo em 17 anos ainda é uma estimativa conservadora¿, ressalta o engenheiro, que considerou a média do crescimento anual da frota entre 2006 e 2009. Considerando as graves informações contidas na matéria acima, sugiro o estudo de medidas para facilitar a circulação de motocilcetas, bem como proteger o motocilcita, tais como faixas e áreas exclusivas de trânsito. Ou seja, que se inclua esta questão na pauta de discussões sem prejuízo de demais propostas.
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Planejamento urbano integrado
58 contribuições
15/mai
15:37
Por Ricardo M Martins | Belo Horizonte/MG Melhorar o transporte público por metro em Belo Horizonte
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Transporte coletivo
72 contribuições
15/mai
14:15
Por Heloísa Moura Melaninho | Nenhuma. | Belo Horizonte/MG A iniciativa de criação de novas linhas de ônibus nas cidades, pois estas tem crescido rapidamente e o transporte público não tem acompanhado este desenvolvimento. O exemplo que tenho é o do meu bairro que fica na cidade de Belo Horizonte. Meu bairro (Castelo) que antes era um bairro eminentemente de casas, graças a uma alteração legislativa, que autorizou a construção de prédios de maior porte, teve um crescimento desorganizado e muito veloz. Tal crescimento, do bairro e dos outros ao seu redor, não foi acompanhado do aumento de oferta de meios de transporte para os milhares de novos moradores. Não foram criadas outras linhas de ônibus que liguem o bairro as várias regiões da cidade, tendo a população lançado mão de veículos particulares. O problema que vejo é a falta de informação de como os cidadãos podem pedir/exigir novas formas de transporte público para a região em que vivem. Tentei encontrar informações sobre como requerer linhas de ônibus para o meu bairro, mas não encontrei informação alguma. Deste modo, a mobilidade urbana se complica, pois não têm havido atualização das necessidades dos moradores das regiões e nem um meio de se saber quais necessidades são estas. E, se o transporte coletivo é a solução, a primeira coisa a se fazer é saber quais as necessidades da população em relação a estes.
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Transporte coletivo
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