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O samba retrata problemas característicos do início do processo de industrialização no Brasil, como condições degradantes de trabalho e exploração dos operários.
A música, que homenageia a Costa Rica, se tornou hino do pacifismo na década de 1980.
Os artistas contam na música a história do negro Zumbi, que liderou um movimento contra os portugueses para proteger o Quilombo Palmares, na antiga Capitania de Pernambuco.
A música é uma homenagem a Ana Jacinta, uma cortesã mineira nascida em Pains, que fez história em Araxá . Aos 15 anos, ela foi sequestrada por um ouvidor real, situação que mudou o rumo de sua vida.
O poema de Vinícius de Moraes registra em versos as consequências do bombardeio atômico às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, durante a Segunda Guerra Mundial.
A canção retrata um período de crescimento econômico do Brasil e de uso da propaganda pela ditadura para ganhar a simpatia popular.
A canção foi censurada pela Ditadura Militar por homenagear João Cândido, o marujo que ajudou a liderar o movimento conhecido como a Revolta da Chibata, eclodido em 22/11/1910.
A canção é exemplo da postura adotada pelo cantor, de não se envolver com política, num momento crítico da história brasileira. Ele foi acusado pela esquerda de ser alienado e "vendido" ao sistema.
A música homenageia a trajetória inusitada do político alagoano Teotônio Vilela, que deixou o partido de apoio ao regime militar, para denunciar os abusos da ditadura e defender a redemocratização do Brasil.
A canção garantiu a entrada da música com temas africanos na MPB, pela porta da frente, ajudando a romper o preconceito contra as manifestações da cultura e religião afros.