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Felipe Attiê acha que a negligência do governo leva o Estado ao caos financeiro
Felipe Attiê acha que a negligência do governo leva o Estado ao caos financeiro - Foto: Flávia Bernardo
Cabo Júlio parabenizou a Polícia Civil por uma ação realizada em Mato Verde
Cabo Júlio parabenizou a Polícia Civil por uma ação realizada em Mato Verde - Foto: Flávia Bernardo
Gustavo Valadares criticou o governo por nomeações feitas em janeiro
Gustavo Valadares criticou o governo por nomeações feitas em janeiro - Foto: Flávia Bernardo
Gil Pereira cobrou a retomada das obras de construção da barragem de Jequitaí
Gil Pereira cobrou a retomada das obras de construção da barragem de Jequitaí - Foto: Flávia Bernardo
02/02/2017 17h19

Oradores – Reunião Ordinária de Plenário de 2/2/17

Deputados discutiram a situação financeira do Estado e as obras da barragem de Jequitaí, no Norte de Minas.

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Caos financeiro
O deputado Felipe Attiê (PTB) afirmou que a negligência do governo está fazendo o Estado caminhar para o caos financeiro, ao mesmo tempo que provoca diversos problemas na área administrativa, na educação e na saúde. Alguns dos exemplos, segundo ele, são o surto de febre amarela no interior de Minas, o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, a falta de convênios para atendimento médico aos servidores em cidades como Uberlândia (Triãngulo Mineiro) e as falhas no processo de designação on-line de servidores na área da educação. “Esses problemas prejudicaram até a volta às aulas. E a secretária de Estado de Educação tirou férias nesse momento crucial”, criticou o parlamentar. Em aparte, o deputado Arlen Santiago (PTB) endossou as críticas ao governo e agradeceu a visita a Minas Gerais da presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Kênia Marcelino, que teve o objetivo de viabilizar a retomada das obras da represa de Jequitaí, no Norte de Minas.

 

Previdência militar
O deputado Cabo Júlio (PMDB) criticou os critérios e procedimentos de assistência do Instituto de Previdência dos Servidores Militares (IPSM). Ele relatou que um servidor que sofre de câncer não conseguiu autorização para um exame que custa R$ 17 mil. Diante da urgência do caso, o exame acabou custeado por colegas do servidor. “Depois disso, recebi denúncias de que algumas pessoas chegaram a morrer em decorrência da falta ou demora no atendimento”, afirmou Cabo Júlio. O deputado frisou que pretende ouvir representantes do IPSM e da Secretaria de Estado da Fazenda sobre o assunto, em audiências públicas. Cabo Júlio também parabenizou a Polícia Civil pela ação contra uma quadrilha de assaltantes de bancos no município de Mato Verde (Norte de Minas), que resultou em sete bandidos mortos e um ferido. Em aparte, o deputado Bonifácio Mourão (PSDB) destacou que o Estado já enfrenta problemas legais em decorrência da utilização dos depósitos judiciais.

 

Contratações
O deputado Gustavo Valadares (PSDB) censurou o governo por ter nomeado 1.867 pessoas para cargos de recrutamento amplo em janeiro de 2017, pouco depois de ter conseguido aprovar, na ALMG, um decreto de calamidade financeira. “O governo jogou para março o pagamento do 13º salário, não tem dinheiro para pagar os servidores de carreira e contrata mais de 1,8 mil servidores”, criticou. Ele afirmou, ainda, que já foram ultrapassados os limites fixados pela Lei de Responsabilidade Fiscal para os gastos com a folha de pessoal e para endividamento. Em aparte, o deputado André Quintão (PT) disse acreditar que as nomeações citadas pelo colega são decorrentes da reforma administrativa. “Não são novas nomeações, mas podem ser consequência de exonerações em órgãos que foram extintos”, argumentou. Gustavo Valadares, no entanto, acrescentou que o número de nomeações supera o de exonerações. Em apartes, Bonifácio Mourão e Sargento Rodrigues (PDT) também criticaram o governo.

 

Barragem de Jequitaí
O deputado Gil Pereira (PP) defendeu a retomada das obras de construção da barragem de Jequitaí, no rio de mesmo nome, no Norte de Minas. Ele disse ter acompanhado, nesta quarta (1º), a visita da presidente da Codevasf, Kênia Marcelino, às obras da represa, o que renovou as esperanças de conclusão do projeto. “A barragem vai irrigar cinco mil hectares e gerar, com isso, mais de 100 mil empregos”, argumentou. Ele acrescentou ainda que o futuro lago permitirá o desenvolvimento da piscicultura e abastecerá o Rio São Francisco na época da estiagem. A barragem, segundo ele, está a 90 km de Montes Claros, principal cidade do Norte de Minas, região que enfrenta o sexto ano de seca. Gil Pereira também elogiou a Codevasf pela liberação de R$ 6 milhões para obras de saneamento no município de Bocaiúva, também no Norte de Minas. Por fim, defendeu também a construção de outras barragens na região, como a de Congonhas.

 

Consulte os pronunciamentos realizados em Plenário.


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